Entrevista exclusiva: Kell Smith lança "Girassol"

Por Ana Claudia Justino

 

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Novo álbum de Kell Smith. "Girassol" está disponível em todas as
plataformas digitais. (Foto: Divulgação)

 

 

 

Fui ao encontro de uma garota que aos 25 anos de idade anda embalando muita gente com a sua arte de fazer pensar naquilo que é essencial, em ser um Ser completo sem a influência externa.

 

 

Ao chegar ao camarim me deparei com grandes olhos verdes e brilhantes, o sorriso veio logo em seguida e um convite para ficar próxima aos quitutes da mesa do lanche me foi feito.

 

 

Ela é Kell Smith, seu nome parece de cantora americana, ela até lembra algumas. Articulada e com ideias profundas, ela se preocupa em responder com o máximo de informações e porquês, algo que surpreende qualquer jornalista em meio a tanta superficialidade.

 

 

Kell Smith é filha de pastores missionários e o seu sucesso é também vitória de seu pai que a incentivou a seguir carreira profissional na música. Foi ele quem deu o primeiro passo ao dar a ela uma passagem só de ida em busca pelo reconhecimento do público. O prazo foi de um ano e ao completar exatos 12 meses Kell comprovou a aposta do pai.

 

“Era Uma Vez” é seu primeiro sucesso nacional, com um novo álbum quentinho a cantora traz para o público um trabalho completo, um álbum chamado “Girassol” que faz referência ao meio social, ao amor e a reflexão. Uma voz doce e marcante ao mesmo tempo. Ela quando canta acalma os ouvidos e te transporta para a sua essência.

A seguir a entrevista completa.

 

 

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Kell Smith antes da apresentação no Conexão Transamérica Light. (Foto: Ana Claudia Justino)

 

 

 

AC - Você deve escutar muito isso, não sei, mas você se classifica como uma pessoa saudosista?

 

KS - Acho que não. Acho que seria prepotência. Eu digo “acho” não porque eu nunca pensei a respeito, mas porque para a arte a gente não pode ter tanta certeza assim ao nomeá-la.

Eu ouço muita coisa que se enquadra então eu não me enquadro, porque é prepotência da minha parte. Eu sou uma mistura daquilo que eu ouço e uma mistura daquilo que eu penso.

 

 

AC - A música "Era uma Vez" é sua? A inspiração está neste misto do presente com o passado?

 

KS – Foi fruto de uma reflexão. Eu já queria falar sobre saudade, mas era uma ideia bem despretensiosa, queria falar sobre saudade, mas eu ao sabia como abordar, porque é tão amplo.

 

 

Eu reuni o meu melhor amigo e outros amigos próximos, e essas pessoas participaram desse laboratório onde perguntei: “Do que você sente saudade?”; “O que mais te faz sentir assim com esta sensação de nostalgia e saudade em si?”. E aí todo mundo dava vários exemplos, só que uma hora chegava na infância, foi um ponto em comum, eu senti na obrigação poética de descrever sobre a saudade da infância.

 

 

É uma música que fala sobre uma verdade atemporal e é universal.

 

 

AC - Você canta há quanto tempo?

 

KS – Faz quatro anos.

 

AC - Qual é o papel do seu Pai na sua escolha pela música profissional?

 

KS – Ele é incrível! Eu o culpo da melhor forma possível. Eu o culpo sempre, porque foi ele desde o inicio.

 

 

A minha pretensão era me formar e ainda na dúvida do que eu nasci para ser, mas eu não pensava em música. Eu sempre fui uma boa ouvinte de música, sou de família musical, meus pais são pastores missionários, eu cresci dentro de um ambiente que é extremamente musical, senão o mais musical possível para se viver.

 

Como filha de pastores eu morava na igreja praticamente e era música 24 horas por dia, até os 12 anos de idade só música gospel, depois aconteceu uma mágica chamada Elis Regina e as coisas mudaram, mas eu sempre consumi muita música boa, sem ser pretensiosa novamente.

 

 

Quando eu fui desafiada, insultada pelo meu pai a ser alguém útil, disse: “Calma aí, eu sou útil! Eu contribuo, a gente tem uma família incrível!”. Ele me retrucou dizendo que “ser útil para quem você ama é muito fácil. Você deve ser útil para quem você não sabe o nome, para quem você não conhece.”.

 

 

Isso me indignou a ponto de mudar a minha vida. Ele (Pai) é o cara! Não sei o que dizer... Eu queria matá-lo quando ele me deu uma passagem só de ida, eu queria matá-lo!

 

A minha filha ficou com ele e minha Mãe, a maior segurança que ela seria tratada como eu e educada como eu, o problema era a saudade, mas eu fui com a passagem só de ida. Eu lembro que eu cheguei na rodoviária e o ônibus já tinha ido, porque eu de um jeito de atrasar, e ele (Pai) me levou até a rodovia que era a segunda parada do ônibus e falou: “Você vai!”.

 

AC – Levando em consideração a sua relação com a igreja, você se define com mais espiritualidade ou com mais religiosidade?

 

KS – A igreja não sai de você quando entende que você é a igreja. Eu cresci ouvindo os meus pais dizendo que Deus era o Deus da bíblia de verdade, a imagem do Cristo e este Cristo não amava apenas um tipo de pessoa, ele amava todos. Ele não amava apenas brancos e héteros de classe média.

 

 

Eu sou muito liberta de tudo que a religião estragou, porque a igreja me serviu como espiritualidade, eu aprendi a como me conectar com Deus e isso ninguém me tira, por isso a igreja permanece em mim. O que a religiosidade tem de dogmas e costumes isso é uma questão que eu não entro, porque eu acredito que cada Ser é um Ser.

 

 

Tem milhares de pessoas que falam mal da igreja evangélica, do ser protestante em si, mas eles têm um papel social gigantesco. Querendo ou não a doutrina religiosa tem um papel em manter fora da prostituição, das drogas que é muito grande. Cada um tem a “vista” que escolhe ter.

 

Kell Smith faz show gratuito no Mirante 9 de Julho

"A igreja não sai de você quando entende que você é a igreja.", fala
Kell Smith sobre a sua relação com Deus. (Foto: Divulgação)

 

 

o artista nao pode ser imparcial afirma kell smith apos lancar primeiro disco

"Era uma Vez" de Kell Smith vem da necessidade de falar sobre saudade. (Foto: Divulgação)

 

 

 

 

AC - O que o sucesso te trouxe de mais precioso? Fora os fãs que a gente nem precisa dizer que são parte da sua estrutura.

 

KS - Os fãs com certeza em primeiro lugar. O meu sucesso significa descobrir que eu não estou sozinha, porque eu faço música para as pessoas e eu sou uma pessoa, eu faço música pra mim também. Ás vezes eu preciso ouvir “Era uma Vez” para me tocar, porque eu já acho que não dá para viver em um mundo tão feio, eu preciso também descobrir aquilo. Eu faço música para pessoas reais. Essas pessoas representam o meu maior valor. É ter pra quem falar o que eu tenho a dizer.

 

 

AC - Lidar com o assédio em meio às redes sociais deve ser um desafio, como você faz para não ser influenciada por comentários e falsas notícias na internet?

 

KS – Eu tenho redes sociais pelo simples motivo de criar um canal de comunicação com os fãs. Não era uma coisa que eu usava, eu nunca me interessei, porque eu tinha uma visão muito pequena, a ignorância te faz pensar pequeno, a ignorância te faz não ver amplamente, eu era essa pessoa ignorante a ponto de não ver amplamente, eu pensava que tinha um papel apenas de diminuir quem não se encaixava no padrão perfeito tornando a vida das pessoas impossivelmente, o impossível no sentido da felicidade, é tão impossível chegar naquele padrão que você assiste nas redes sociais que você se autossabota. Não gosto muito desse papel da exposição neste sentido, mas também me deu a oportunidade de ter contato com pessoas que eu descobri que são reais.

 

A internet é tão faroeste, é tão sem regras que um comentário pode estragar o seu dia e um comentário pode acabar com a sua autoestima, ou também pode fazer a diferença. Na verdade a gente fica colocando a culpa na internet, mas quem a manipula de uma maneira escrota somos nós.

 

 

É uma questão de educar sempre. Eu acredito que o remédio para o mundo está na educação e no amor. Principalmente o amor. Ninguém nasce sabendo como vive. Tem pessoas que não sabem o que é viver sem internet, que já nasceram nessa era. Como você explica como é a vida fora? Você tem de explicar como é a vida em conjunto.

 

 

Existe este universo e faz parte de uma vida inteira em que você destina um tempo para viver aqui onde consome todas essas informações, e depois destina um tempo para viver aquilo que é essencial. Você é um Ser, precisa da vida real, precisa de algo palpável.

 

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Editorial para o álbum "Girassol" de Kell Smith. (Foto: Divulgação)

 

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""Ai de Mim" fala de pessoas que não conseguem ver pessoas felizes.",
explica Kell Smith. (Foto: Divulgação)

 

 

 

AC - E será que a música “Ai de Mim” é um recado para essas pessoas que estão preocupadas com a vida alheia?

 

KS – Não foi o tema da questão. “Ai de Mim” tem uma história muito mais debochada. Fala sobre pessoas que não conseguem ver pessoas felizes. É muito estranho isso, mas tem! Todo mundo vive com pessoas assim em volta e aí você vai e faz uma rede social, por exemplo, eu te tenho mais de 200 mil seguidores, não tem só gente que me ama. Seria falso pensar isso.

A pessoa vai lá e gasta um tempo, uma energia, uma internet pra não gostar de mim e me seguir. Pra mim nada disso faz sentido, apesar de ser tão costumeiro que já é normal, mas “Era uma Vez” fala sobre isso, fala sobre não permitir que pareça normal.

 

E “Ai de Mim” é uma parceria com uma pessoa que é muito importante, que é o meu guitarrista e partiu a história dos dois. Nós dois temos filhos e a letra veio da música do “elefante incomoda muita gente”.

 

 

AC - Aproveitando que estamos falando sobre significado, “Girassol” traduz qual parte da sua essência para o público?

 

KS – “Girassol” é uma questão de honra, porque eu cresci ouvindo artistas que preparam uma obra completa. Você imagina só se a Adélia Prado resolvesse soltar spoilers de um livro e não terminasse de contar a história? “Como assim, miga? Apresente a sua obra!”.

Eu cresci ouvindo artistas que preparam o álbum, que entregavam algo que era material, hoje já não é mais tão possível, existe o DC físico, mas ele também já é saudosista.

 

 

Pra mim foi uma questão de honrar quem me deu referência para que hoje eu tivesse aqui falando isso, que foram os artistas que me influenciaram não apenas na minha carreira, mas na minha vida, a forma de ver a música que é a arte que hoje eu faço. Em respeito a eles eu também quis apresentar uma obra completa. Isso é “Girassol”.

 

 

É possível encontrar o álbum “Girassol” nas principais plataformas digitais.

Última atualização em Sex, 15 de Junho de 2018 14:28
 

Aproveite :Ingresso Rápido com 50% de desconto

De 11 a 15 de junho, diversos eventos da plataforma terão 50% de desconto para os consumidores

 

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O Ingresso Rápido está com descontos a partir de 50%. Oferta especial para o Dia dos Namorados.
A promoção começa hoje.

 

Em comemoração ao Dia dos Namorados, a Ingresso Rápido, maior marketplace de tickets e entretenimento ao vivo da América Latina, lança a campanha "Crush Vs Mozão" que irá presentear os apaixonados de todo o Brasil com descontos a partir de 50%. Entre os dias 11 a 15 de junho, evento de várias partes do país poderão ser adquiridos pelo hotsite oficial.

Os tickets promocionais estarão disponíveis pelo site ou aplicativo da Ingresso Rápido. E para participar, basta se cadastrar no site e procurar pelos eventos com a marcação "NamoradosIR". Porém, é importante se atentar ao prazo para a compra, já que o estoque é limitado, e a campanha será vigente enquanto houver disponibilidade de lugares.

 

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Como aproveitar o Dia dos Namorados com o amor da sua vida: A Ingreesso
Rápido ajuda com 50% de desconto em atvidades culturais.

"Queremos incentivar amigos, casais e famílias a curtirem o Dia dos Namorados em grande estilo, com um programa diferente e acessível, já que os ingressos estarão pela metade do preço", explica o CEO da Ingresso Rápido, Petras Veiga. Para acessar os eventos, basta entrar no site da Ingresso Rápido a partir de 11/06.

Sobre a Ingresso Rápido

Com 15 anos de atuação, a Ingresso Rápido (IR) é o maior marketplace de tickets e entretenimento ao vivo da América Latina. Líder no setor, a empresa possui 4 escritórios distribuídos pelo País e conta com mais de 200 colaboradores que buscam o melhor em tecnologia, inovação, praticidade, e outros aspectos que permitam a realização de um grande espetáculo. Especializada em venda de ingressos nos canais online e mobile, software integrado na gestão de bilheteria e operação no dia do evento, a IR disponibiliza mensalmente mais de mil eventos nas mais diversas categorias como Shows, Teatro, Exposições, Festas, Dança, Erudito, entre outros.

Última atualização em Qui, 14 de Junho de 2018 10:13
 

Casa Vogue mostra casa de Ricardo Tozzi

                                           Casa de Ricardo Tozzi

                                     

Há cinco anos, o ator Ricardo Tozzi percebeu que precisava mudar da antiga cobertura onde morava na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e buscar algo menor e mais simples. “Sou paulista e nunca fui muito de praia. Gosto mesmo de mato e de arquitetura”, ri. Foi quando decidiu que teria na cidade um pequeno apartamento para poder investir em um sonho antigo: ser dono de uma casa de campo, com horizonte, piscina, jardim e paz de espírito.

 

 

Os fins de semana, então, se tornaram  necessários  para as idas e vindas aos arredores de Itaipava, na Serra Fluminense, à procura de algo que preenchesse suas exigências – poucos vizinhos, vista aberta e implantação discreta no terreno eram algumas delas. “Desde cedo, aprendi a desenvolver um olhar crítico para o universo artístico. Sou sobrinho da designer Etel Carmona, o valor estético está no sangue”, diz. “Queria algo inspirado no visual dos castelos europeus, com fachada de pedra, sólida e aconchegante, mas, ao mesmo tempo, com traço limpo e contemporâneo.” A saga para encontrar a propriedade perfeita foi longa. Ricardo percorreu várias cidadezinhas até chegar a Secretário, um vilarejo bucólico com estradas de terra e fazendas por todos os lados.

 

                                           Ator Ricardo Tozzi

 

O clima despretensioso agradou logo de cara, da feirinha de produtos orgânicos ao jeito de interior. Vários amigos já tinham propriedades por lá, e quando visitou o terreno de 40 mil m², em um condomínio voltado para a encosta da montanha Maria Comprida, logo percebeu que, enfim, tinha achado o seu canto. “Pensava em comprar uma casa pronta e reformar. Mas quando vi o pôr do sol aqui não tive dúvidas. A imagem do vale ficou impressa na memória. Era esse visual que eu precisava para ser feliz”, brinca. Formado em administração e com um passado de executivo de terno e gravata – imagine! –, Ricardo não perdeu tempo. Ao fechar o negócio, convocou Flávio Assumpção, arquiteto expert na região, que foi capaz de interpretar exatamente o que o ator tinha em mente. A primeira definição foi alinhar a morada com o topo do lote, suspensa cerca de 15 m em pilares de concreto. “Sabia que assim teria a melhor vista na área social, na altura da copa das árvores, com luz natural e céu azul enquadrado nas janelas. Era importante que aestrutura se mimetizasse com a paisagem e, no interior, a natureza na janela fosse a protagonista”, resume.

 

Antes mesmo do projeto sair do papel, ele resolveu construir um sobradinho gostoso, para ter um pouso durante a obra. “Ficou uma graça, e hoje é disputado entre os amigos que vêm me ver.” A residência principal ficou pronta há cerca de um ano e, desde então, Ricardo ganhou uma espécie de filho, que ele cuida com total carinho. Praticamente todos os fins de semana entre as gravações de Orgulho e Paixão, novela das 6 da TV Globo, e apresentações da peça Os Guardas do Taj, ele sobe a serra para definir cada detalhe da arquitetura, do paisagismo e da decoração. O sofá de lona verde-militar do living, por exemplo, ele adquiriu na Califórnia. A mesa de refeições, por sua vez, foi feita com um tronco maciço de angelim-pedra. “Tive de esperar a árvore cair para trazer do Acre para cá. Conseguir que ela subisse a ladeira de terra batida foi o maior dos problemas”, conta.

 

Na sua suíte, se orgulha do móvel da cama, presente da tia Etel. “Fiquei muito feliz quando ela disse que faria algo especialmente para mim. Uma honra.” Em suma, tudo ali tem história e, mais, tem alma – exatamente como Ricardo imaginou. “O legal é que nunca perdi a sensação de magia que tive na primeira vez que visitei o terreno. O encanto continua presente e essa energia me move. Faz um bem danado ter esse lugar no mundo”, arremata.

Última atualização em Sex, 08 de Junho de 2018 13:56
 

Tais Araujo: Relacionamento e lembranças de viagens

                                                   Taís Araujo é capa da Glamour

 

“Àquela época estava solteira, separada do Lázaro depois de quatro anos de casamento. A minha vontade era de mudar. É louco pensar que eu, que havia jurado para mim não voltar mais àquela relação, estou aqui hoje casada com ele há quase 14 anos, com dois filhos e ainda completamente apaixonada. Sempre que penso nesse período da separação fico imaginando como seria se eu ficasse batendo o pé e fincada no meu orgulho de uma frase pronta: “Não volto nunca mais”. Penso em como minha vida estaria, se eu teria filhos, se estaria ou não casada, se teria voltado para o Brasil... Todas as possibilidades poderiam ser legais, mas a vida, os filhos e a relação que tenho hoje, eu não troco por nada diferente. A nossa separação foi uma espécie de renovação de contrato”. Sim, porque a gente se amava, mas do jeito que andava, não estava legal para nenhum de nós dois. Era necessário abrir mão de algumas cláusulas e acrescentar outras. Esse tempo foi importante para analisarmos que o fundamental para um casamento nós tínhamos: o amor. E ele segue aqui!”

 

 

“Toda vez que eu viajo, faço uma vasta lista de restaurantes, dos mais simples ao mais chiques. O que levo em conta é a qualidade da comida e a experiência. Fomos a todos da lista: era bife com batata frita para cá, mexilhão para lá, foie gras, vieiras... E bebemos belos vinhos, viu? Descobrimos uma loja de uma brasileira chamada Marina – uma graça, fica no Marais, bairro que eu adoro e tem rótulos sensacionais! Minha irmã, inclusive, comprou uma mala específica para garrafas. Trouxe nela 12 para o Brasil! E ainda enfiou mais quatro na mala da mamãe... Fizemos todo o roteiro turístico que dava tempo em uma semana. Ainda falta mostrar a elas muitas coisas que eu gosto. E eu mesma ainda quero descobrir muito mais! Paris ferve e em cada canto se pode encontrar algo encantador. As minhas escolhas turísticas, bem turísticas mesmo, foram: visita guiada ao Louvre, passeio de barco pelo Sena, jantar na Torre Eiffel, um dia no Castelo de Versalhes, outro nos Jardins de Monet, em Giverny, bate e volta no Vale do Loire...”

 

 

“Foram férias tão especiais que, no dia de elas irem embora, me bateu uma tristeza, uma vontade de continuar grudada na dupla. Mas, ao mesmo tempo, uma saudade imensa dos meus filhos, João Vicente, de 6 anos, e Maria Antônia, de 3. Eles ficaram aos cuidados do pai e da família, enquanto eu controlava o dia deles o tempo inteiro, inclusive fazendo ligações de vídeo no meio dessas fotos da Glamour e calculando o fuso exato para falar quando os dois estivessem acordando ou voltando da escola, por exemplo. E foi assim, administrando a emoção e a saudade, que eu parti para Grasse para clicar o ensaio que você acaba de ver.”

Última atualização em Ter, 29 de Maio de 2018 10:19
 

Espetáculo “Além do que os nossos olhos registram”

Priscila Fantin

                  "Além do que os nossos olhos registram" Luzia Tomé, Olivia Torres e Priscila Fantin

 

 

A peça "Além do que os nossos olhos registram", patrocinada pela MAPFRE, será apresentada em Curitiba no sábado (19) e domingo (20). O espetáculo traz no elenco Luzia Tomé, Olivia Torres e Priscila Fantin e fala sobre a convivência de três gerações de mulheres, apoiando e enlouquecendo umas às outras.

 

O texto de Fernando Duarte apresenta três visões muito particulares de mundo, três olhares diferentes para problemas semelhantes, abordando temas como família, amizades, classes sociais, racismo, homofobia e bullying. Ao mostrar essa complicada relação entre mãe, filha e avó, o espetáculo consegue expor de maneira emocional, as agruras e alegrias do universo feminino.

 

"Também é papel das companhias fortalecer as atividades culturais, permitindo o acesso do público a diferentes experiências. Queremos que cada vez mais pessoas possam aproveitar o teatro, por meio do patrocínio de espetáculos de qualidade que promovam discussões sobre temas importantes e atuais", afirma o CEO da MAPFRE no Brasil, Wilson Toneto.

 

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Priscila Fantin e Luzia Tomé

 

Serviço - "Além do que os nossos olhos registram"

       Gênero: Comédia dramática

        Classificação indicativa: 12 anos

      Duração: 1h05

        Data: sábado, 19 de maio, 21h, e domingo, 20 de maio, 19h

        Local: Teatro Guairinha (r. 15 de Novembro, 971, Centro)

Ficha Técnica

Texto: Fernando Duarte

Direção: Fernando Philbert

Assistente de direção: Rodrigo França

Elenco: Luíza Tomé, Priscila Fantin & Olivia Torres

Figurinos: Patrícia Muniz

Iluminação: Vilmar Olos

Cenário: Natália Lana

Visagismo: Walter Lobato

Fotos: Lucio Luna

Coordenador de projeto: Fernando Duarte

Dir. de produção: Fabricio Chianello

Realização: Ymbu Entretenimento LTDA

 

SOBRE A MAPFRE - No país desde 1992, a MAPFRE Brasil é parte do grupo espanhol que forma uma das maiores empresas de prestação de serviços nos mercados segurador, financeiro, de saúde e pesquisa do mundo. Sólida e inovadora, está presente nos cinco continentes e conta com mais de 36 mil colaboradores. Em 2017, suas receitas atingiram cerca de 28 bilhões de euros com lucro líquido de 701 milhões de euros. Especialista em seus segmentos, a MAPFRE opera com bases de negócios sustentáveis e no Brasil atua em seguros, investimentos, consórcios, capitalização, previdência, saúde, assistência e pesquisa (por meio do CESVI Brasil). A companhia ainda mantém a Fundación MAPFRE, instituição sem fins lucrativos, que promove e desenvolve atividades de interesse geral da população. Mais informações sobre produtos e soluções: www.mapfre.com.br.

Última atualização em Ter, 15 de Maio de 2018 18:38
 

Vem ai Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas em julho

A Warner Bros. Pictures divulga as novas artes individuais dos personagens de Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas: Robin, Mutano, Ciborgue, Estelar e Ravena. Cada arte traz um personagem do filme admirando (ou zoando?) um herói de Liga da Justiça.

 

Sobre o filme

Quando os Jovens Titãs chegam ao cinema, eles chegam com tudo! Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas é o primeiro longa-metragem dos nossos Super-Heróis egocêntricos e cômicos – uma sátira do gênero de super-heróis original, inteligente, atrevida e apropriada para crianças, com direito a números musicais.

Os Jovens percebem que os principais super-heróis que existem por aí estão estrelando seus próprios filmes – quer dizer, todos, exceto os Jovens Titãs! Porém, o líder de fato do grupo, Robin, está determinado a resolver a situação e ser visto como um astro, ao invés de um fiel escudeiro. Se ao menos eles conseguissem fazer com que o mais badalado diretor de Hollywood os notasse... Com algumas ideias malucas e uma música no coração, os Jovens Titãs partem para Tinsel Town, determinados a realizar seu sonho. Contudo, tudo dá errado quando o grupo é enganado por um supervilão e seu plano insano para conquistar o planeta. A amizade e o espírito guerreiro da equipe são abalados, colocando em risco o destino dos próprios Jovens Titãs!

A animação será dublada no Brasil pelos mesmos intérpretes do desenho animado, que reprisarão os papéis no longa-metragem: Charles Emanuel como Mutano, Eduardo Borgherti como Ciborgue, Luiza Palomanes como Estelar, Mariana Torres como Ravena e Manolo Rey como Robin. A direção de dublagem é de Marco Ribeiro.

Will Arnett (“LEGO Batman: O Filme”) e Kristen Bell (“Frozen - Uma Aventura Congelante”) emprestam suas vozes à versão original da primeira empreitada para o cinema da animação da DC Entertainment e do Cartoon Network, que também é estrelada por Greg Cipes (série de TV “As Tartarugas Ninja”) como Mutano; Scott Menville (série de TV “Homem-Aranha”) como Robin; Khary Payton (“The Walking Dead”) como Ciborgue, Tara Strong (franquia “My Little Pony”) como Ravena; e Hynden Walch (série de TV “Hora de Aventura”) como Estelar, reprisando seus papéis das séries.

O filme está sendo dirigido por e Peter Rida Michail, a partir de um roteiro de Michael Jelenic e Horvath, baseado nos personagens da DC. Michail, Will Arnett e Peggy Regan estão produzindo o filme, com produção executiva de Sam Register, Jelenic e Horvath. Exceto por Arnett, todos são colaboradores da série “Os Jovens Titãs em Ação”.

Com lançamento marcado para 26 de julho, Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures, uma empresa da Warner Bros. Entertainment.

Última atualização em Qua, 09 de Maio de 2018 13:45
 


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