Sistema Retock e We Are Coworking serão lançados na capital

 

Recurso inovador garante perfeição e economia no processo de tratamento de imagens

 

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Um sistema que facilita e agiliza a pós-produção de imagens fotográficas.  Este é o objetivo do Retock que será lançando em Curitiba simultaneamente com o empreendimento We Are Coworking, que iniciam suas atividades na primeira quinzena de novembro.

Desenvolvido de forma inovadora pelo fotógrafo e empreendedor Bruno Ribas e pelo programador Marcelo Martins, o Retock é um sistema que poupa o fotógrafo do trabalho de tratar imagens, que é realizado por profissionais especializados. Basta se logar no Retock, enviar as imagens para um disco virtual e solicitar todos os ajustes de tratamento fino, tais como padronização de cor, retirada de rugas e manchas na pele, entre outras possibilidades. Totalmente digital, as fotos tratadas são entregues dentro de um prazo previamente estipulado. O sistema foi criado em 2016 e durante este período vem sendo aperfeiçoado. A partir do lançamento estará disponível para quem desejar se associar e utilizar o serviço.

Paralelamente ao lançamento do Retock, Ribas também estará apresentando ao público o We Are Coworking. Com uma proposta inovadora no segmento em Curitiba, o empreendimento reúne três escritórios individuais com vaga de garagem, um espaço compartilhado para até 64 usuários, duas salas de reunião - sendo uma delas com porte para receber até 16 pessoas para palestras e workshops com sistema de internet de alta velocidade -,bicicletário, vestiário equipado com chuveiro e estacionamento conveniado. Além disto, o público também poderá usufruir de um espaço de entretenimento com videogamesofás, livros, revistas e café.

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Ao todo no We Are Coworking, serão seis estúdios de fotografia com camarim (Foto: Divulgação)

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Espaço do café no We Are Coworking (Foto: Divulgação)

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Lobby do coworking que possui infraestrutura tanto para profissionais quanto para
amadores (Foto: Divulgação)

O diferencial fica por conta da expertise em atender fotógrafos, blogueiros e you tubers, tanto profissionais quanto amadores. "Como fotógrafo, detectei que havia falta de um local que facilitasse a rotina de trabalho do profissional", afirma Ribas.  O espaço conta com uma infraestrutura dotada de seis estúdios de fotografia com camarim - quatro deles com metragem de 28m2, e dois deles com área de 10 m2, totalmente equipados. Ainda de acordo com o empreendedor, este sistema de locação de estúdio no sistema de horas utilizadas permite que o profissional tenha seus custos reduzidos. "Dependendo de sua demanda de trabalho nem sempre compensa investir em uma sede física. Vamos atuar com um preço competitivo", destaca. Ao todo, foram investidos 220 mil reais na estrutura completa do coworking. "Projetamos em quatro meses o retorno do capital investido", afirma Ribas. 

Última atualização em Qui, 18 de Outubro de 2018 16:58
 

Duo - Recital de violoncelo e piano será apresentado na Capela Santa Maria

Concerto de Patricia Vanzella e Adriane Savytzky acontecerá nesta quinta-feira (18 de outubro), em Curitiba

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Adriane Savytzky (Foto: Divulgação)

Nesta quinta-feira, 18 de outubro, às 20 horas, a Capela Santa Maria recebe o recital Duo Vanzella-Savytzky, formado por Patricia Vanzella (piano) e Adriane Savytzky (violoncelo).

No repertório do concerto as musicistas apresentarão sonatas em Ré Menor op 40 do compositor russo Dmitri Shostakovich e em Mi menor op 38 composta pelo alemão Johannes Brahms. 

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Patricia Vanzella (Foto: Divulgação)

Serviço:

Duo Vanzella-Savytzky – piano e violoncelo

Data: quinta-feira (18 de outubro), às 20 horas

Local: Capela Santa Maria (Rua Conselheiro Laurindo, 273) – Centro – Curitiba – PR

Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00

As musicistas

Patricia Vanzella formou-se pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e pela Academia Franz Liszt de Budapest. Realizou doutorado em piano e música de câmara na Catholic University of America. Foi professora adjunta no Departamento de Música da Universidade de Brasília e em 2015 implementou e desde então coordena o projeto “Neurociência e Música na UFABC”. Como solista, atuou frente aos principais conjuntos sinfônicos do país e como camerista apresentou-se em concertos na Europa, América e Ásia. Tem desenvolvido projetos de pesquisa na área de Neurociência da Cognição Musical em parceria com pesquisadores da University of Toronto, University of London, Universidade Federal de São Paulo, Universidade Federal do ABC, Universidade de São Paulo e Instituto do Cérebro do Hospital Israelita Albert Einstein em São Paulo. 

Adriane Savytzky realizou bacharelado em violoncelo pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e especializações em violoncelo na Yale University e na Academia Nacional Superior de Orquestra de Lisboa. Atuou como primeiro violoncelo nas orquestras Camerata Antiqua de Curitiba, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica do Paraná e Orquestra Metropolitana de Lisboa. Durante dez anos atuou como spalla nas orquestras europeias Salzburg Chamber Soloists (Austria) e Deutsche Kammerakademie am Rhein (Alemanha), com as quais realizou turnês na França, Espanha, Dinamarca, Alemanha, Itália, Holanda, Suíça, Líbano, México, EUA, Japão, Finlândia, Chile e Argentina. Atualmente é primeiro violoncelo da Orquestra Sinfonia Brasil. Além de se apresentar como solista e camerista, é professora de violoncelo da Associação do Talento Musical do Paraná, Método Suzuki. Em 2012, recebeu o “Prêmio Cidade de Curitiba” da Câmara Municipal daquela cidade. 

Última atualização em Seg, 15 de Outubro de 2018 19:52
 

Atraso na entrega da obra: o viés econômico para fixar a justa indenização

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Autora: Vanessa Tavares Lois é advogada da Área Corporativa do

Marins Bertoldi Advogados. (Foto: Divulgação)

 

 

Em audiência pública realizada no Superior Tribunal de Justiça (STJ), discutiu-se matéria objeto de recursos especiais repetitivos, sobre a possibilidade de cumulação de indenização por lucros cessantes com cláusula penal, e nos casos em que não há essa previsão, a possibilidade de inversão da cláusula de mora do comprador contra a construtora, quando há atraso na entrega de imóvel adquirido na planta.

Num verdadeiro processo dialético, o debate ocorrido na audiência propiciou aos expositores a oportunidade de apresentar de forma fundamentada seu entendimento sobre o tema, trazendo elementos técnicos que poderão auxiliar os Ministros no julgamento dos referidos recursos, o que deve ocorrer em breve.

Algumas questões importantes sobre o tema merecem reflexão.

A primeira é que deve ser desmitificada a ideia de que o construtor é o vilão da história e os compradores as suas vítimas. A construção de um empreendimento é um projeto de longo prazo, sendo que a despeito de todo o planejamento que se possa realizar, muitas variáveis influenciam a sua concretização. É um desafio que depende diretamente da colaboração de vários terceiros (órgãos públicos, cartórios, prestadores de serviços, fornecedores, contratação de mão-obra, condições climáticas, etc.), sendo que estes fatores externos potencializam o risco de o prazo estabelecido para conclusão da obra não ser cumprido. 

Embora o risco em questão seja inerente à atividade da construção civil, esse não é um objetivo do construtor, uma vez que economicamente ele é diretamente afetado pelo atraso na entrega da obra.

Durante a construção, todos os encargos e tributos recaem sobre o construtor, sejam eles inerentes a conservação da coisa ou decorrentes de sua propriedade. Além disto, a maior parte do preço de aquisição do imóvel é paga após a conclusão da obra, sendo inegável o interesse do construtor em concluir a construção o quanto antes, evitando-se custos adicionais que podem impactar de forma relevante no retorno financeiro do empreendimento. E ainda, num cenário de política instável, diante das constantes alterações das regras de financiamento imobiliário, quanto antes o empreendimento for entregue, maior é a chance de o comprador conseguir a liberação do valor junto ao agente financeiro para o pagamento do saldo do preço.

Por fim, diga-se o impacto mais relevante, verifica-se que a reputação do construtor também é prejudicada. Apesar da entrega, no final o comprador acaba ficando insatisfeito.

Cabe lembrar, ainda, considerando-se os pedidos realizados nas demandas judiciais que envolvem a matéria, com as devidas atualizações, uma indenização pode chegar até 46% do valor do imóvel.

Portanto, diante dos diversos efeitos negativos advindos da mora, não se pode presumir que o construtor esteja agindo de má-fé quando uma obra atrasa, pois quando tal ocorre, ele não tem nenhum benefício.

Do ponto de vista do comprador, o critério econômico também pode dar um norte para a solução da questão. A compra de um imóvel pode ter duas finalidades: moradia ou obtenção de renda. No caso de atraso, na primeira hipótese, se o bem não foi entregue, possivelmente o comprador terá que locar um imóvel. Na segunda, o início do retorno do investimento ficará postergado. Portanto, para o comprador, independentemente do motivo da aquisição do bem, este é o único prejuízo que efetivamente será observado em razão do atraso na entrega da obra.

Diante da crise do setor imobiliário, verifica-se que o percentual que o valor do aluguel mensal representa sobre o valor do imóvel vem caindo consideravelmente. Dependendo da região, o que antes era 0,5% ao mês hoje é 0,33%. Nos casos em que no contrato de aquisição do imóvel foi estabelecida multa, em regra o percentual fixado é de 0,5% do valor do imóvel por mês por atraso. Nos casos em que a multa não foi estabelecida, atualmente é possível somente a fixação de uma indenização, que poderá ser  limitada a  0,5% ao mês. 

Assim, considerando-se o que seria uma justa indenização do ponto de vista econômico, vide os fundamentos acima expostos, espera-se que o STJ reconheça que nos casos em que previamente as partes fixaram cláusula penal, sem possibilidade de indenização complementar, o comprador deverá receber tão somente a multa.

Quanto à inversão da cláusula penal, hipótese que carece de previsão legal, considerando-se a natureza distinta das obrigações que cabem ao construtor (entregar o imóvel) e ao comprador (pagamento do preço), tal não será possível. Mantendo assegurado o seu direito, o comprador que se sentir lesado poderá tão somente via ação judicial pedir uma indenização, que deverá ser fixada considerando somente as despesas que o comprador teve em razão do atraso na conclusão da obra, ou eventualmente, desde que comprovado, a frustração da expectativa daquilo que ele poderia ganhar explorando economicamente o imóvel adquirido para tal finalidade e não entregue no prazo acordado.

Última atualização em Ter, 02 de Outubro de 2018 12:15
 

Caem os índices de mortes em acidentes de trânsito em Curitiba

Um estudo realizado pelo Ministério da Saúde aponta que em seis anos o Brasil obteve uma queda de mais de 27% nos índices de morte em acidentes de trânsito.

 

A capital do estado do Paraná, Curitiba, apresentou um índice de redução de 18,7% nos casos de morte em acidentes de trânsito nesse período. Dentro destes índices de redução de mortes, de acordo com o SIM – Sistema de Informações sobre Mortalidadeas capitais que mais se destacaram foram:

Posição no ranking Capital Estado Índice de redução
Aracaju Sergipe 57,1%
Natal Rio Grande do Norte 45,9%
Porto Velho Rondônia 43,5%
Salvador Bahia 42,4%
Vitória Espírito Santo 42,1%

As capitais que apresentaram os menores índices de redução de mortes no trânsito foram: Fortaleza (Ceará) com uma redução de 16,5%; Palmas (Tocantins) com redução de 9,7%; e João Pessoa (Paraíba) com uma diminuição de 6,3%.

Dentre os tipos de morte em acidentes de trânsito, o que obteve maior redução foram os casos de atropelamento de pedestres, que atingiram um número acima de 44%. O índice de redução de morte de ocupantes de carros ficou em 18% e o relacionado a motociclistas ficou em 8%.

Principais motivos para a redução das mortes em acidentes de trânsito

As autoridades acreditam que grande parte da redução de mortes neste setor se deve a aplicação e fiscalização da Lei Seca, que em 2018 completou 10 anos de existência. Lei essa que foi responsável por mudar os hábitos de muitos motoristas, trazendo mais segurança para as ruas do país.

Segundo publicação no site do Ministério da Saúde, o Programa Vida no Trânsito, que vem sendo realizado desde o ano de 2010 conjuntamente com os governos estaduais e municipais, também tem sua parcela de responsabilidade nessa redução.

Esse programa promovido pelo Ministério da Saúde junto com os governos desenvolve ações focadas no fortalecimento das políticas de vigilância e prevenção de ferimentos e mortes no trânsito. Desde sua implantação, esse programa já recebeu mais de R$ 90 milhões.

As ações do programa começaram em apenas cinco capitais e hoje abrange aproximadamente 40 cidades. De modo resumido, o programa visa melhorar a qualificação, o monitoramento, o planejamento, o acompanhamento e a avaliação de ações de foco em fatores de riscos nacionais:

  • Combinação de direção e álcool
  • Velocidade acima do permitido

Resolução 740/18 do Contran

O Contran – Conselho nacional de Trânsito publicou no dia 19 de setembro deste ano, a Resolução 740/18, no Diário Oficial da União, que dispõe uma meta de redução de mortes em acidentes de trânsito específica para cada estado, baseada no grupo de habitantes de cada região.

Os acidentes de trânsito podem ser inevitáveis, no entanto, as mortes e lesões mais graves podem sim ser evitadas. Para isso, é preciso que haja mais responsabilidade e respeito no trânsito.

Por Jeniffer Elaina, redatora e colaboradora da Smartia Seguros

 

Última atualização em Qui, 27 de Setembro de 2018 12:50
 

Parentes: Rogério Ferrari retrata os povos indígenas da Bahia

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Em seu novo livro, o fotógrafo Rogério Ferrari mostra registros de
povos indígenas na Bahia

Parentes é o volume mais recente da obra que o fotógrafo e antropólogo Rogério Ferrari vem compondo no âmbito do projeto Existências-Resistências, desenvolvido desde 2002 com o propósito de retratar a luta de povos e movimentos sociais por terra e autodeterminação. O livro, que será lançado no próximo dia 21/9, às 19h, na RV Cultura e Arte, é um registro de povos indígenas na Bahia e resulta da itinerância do fotógrafo, que percorreu diferentes regiões do estado para mostrar “a face, para muitos desconhecida, dos nossos parentes”. 

Ferrari explica que Parentes “é um trabalho no âmbito do que venho fazendo através da fotografia: comunicar, informar, compartilhar”. O fotógrafo coloca em evidência “a diversidade, a permanência e resistência dos povos originários na Bahia”, revelando, em 64 imagens em preto e branco, a “face” dos Pataxó, Pataxó Hã Hã Hãe, Tupinambá, Pankaru, Pankararé, Tuxá, Atikun, Kaimbé, Tumbalalá, Kiriri, Kantaturé, Tuxi, Kariri-Xocó e Truká. Neste sentido, o livro torna-se lugar de encontro – ou reencontro – entre o leitor e esses parentes, pois, para o autor, “através dos retratos pode sugerir um autoreconhecimento coletivo e a reiteração de uma identidade negligenciada”. 

Por meio da publicação, o fotógrafo compartilha seu encontro pessoal com muitos parentes. As fotografias são recortes de suas vivências com comunidades indígenas de Santa Cruz Cabrália, Pau Brasil, Itaju do Colônia, Porto Seguro, Buerarema, Ilhéus, Olivença, Paulo Afonso, Curaçá, Euclides da Cunha, Banzaê, Ibotirama, Rodelas, Quijingue, Glória e Abaré, entre outros municípios baianos. O livro, que tem patrocínio do Fundo de Cultura (Secult-Ba), traz um mapa localizando cada comunidade contemplada no projeto.

Parentes reúne ainda textos essenciais que amplificam o diálogo proposto por Rogério Ferrari com o leitor, como o do pataxó Genilson Tacuari, que assina o posfácio. O volume conta com contribuições importantes de pesquisadores do Programa de Pesquisas sobre Povos Indígenas do Nordeste Brasileiro, como a de sua coordenadora, a antropóloga Maria do Rosário Carvalho, professora da Universidade Federal da Bahia – UFBA, que prefacia a obra. Já o antropólogo José Augusto Laranjeiras Sampaio, professor da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, pesquisador associado do mesmo programa, faz uma análise sobre a condição das terras indígenas na Bahia. Ferrari, que é mestre em Antropologia, também escreve sobre os povos retratados, partilhando suas impressões e buscando, desse modo, contribuir para tornar mais próximos esses nossos parentes. 

Sobre o autor – Fotógrafo independente, Rogério Ferrari (1965-) é baiano de Ipiaú e vem retratando povos de várias partes do mundo que resistem para existir. Ele assina uma obra singular que chega agora ao seu sétimo volume (Parentes), e se inscreve no âmbito do projeto Existências-Resistências, que, através de suas publicações, de debates e exposições fotográficas tem evidenciado as lutas dos palestinos que vivem sob a violenta ocupação israelense; do povo curdo, na parte da região ocupada pela Turquia; os Zapatistas, no México; o Movimento dos Sem-Terra, no Brasil; os refugiados palestinos, no Líbano e na Jordânia; os refugiados Saarauís, no deserto do Saara e nos territórios ocupados pelo Marrocos; os Mapuche, no Chile; os ciganos, na Bahia; e os índios Guarani Kaiowá, no Mato Grosso do Sul. 

Trata-se de uma trajetória incomum, marcada tanto pela documentação de eventos históricos, a exemplo da queda do Muro de Berlim (1989) e a invasão da Palestina pelo Exército de Israel (2002), como também por encontros com figuras lendárias, como o então líder da OLP (Organização pela Libertação Palestina), Yasser Arafat, e o subcomandante Marcos (hoje, subcomandante Galeano), porta-voz do Exército Zapatista de Libertação Nacional. Parentes, livro que lança em 2018, reflete seu olhar singular focado na perspectiva daqueles que retrata, contrapondo-se às informações difundidas na mídia. Nesta publicação, o fotógrafo permanece reativo à tendência de espetacularização da tragédia humana, reafirmando um posicionamento movido por seus ideais políticos. 

Com argumentos sólidos, sua obra publicizada já tem inscrições no campo cinematográfico, através do curta-metragem Muros, de Camele Queiroz e Fabricio Ramos, e no âmbito da pesquisa acadêmica como tema de artigos e dissertações: Nosoutros, Os Ciganos. Entre o Estigma e a Resistência (2016), defendida por Rogério Ferrari, no mestrado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFBA; e “O que faria com aquilo que entrava pelos meus olhos?” – Gesto e poética na fotografia de Rogério Ferrari (2016), defendida por Cássia Nunes, para obtenção do grau de Mestre, no Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (UFBA). 


Serviço

Parentes, de Rogério Ferrari

Edição do autor, 2018

140 páginas

R$ 70,00

Última atualização em Ter, 18 de Setembro de 2018 13:01
 

Ela voltou : Sandy traz turnê inédita “Nós, Voz, Eles” a Curitiba

A cantora Sandy retorna a Curitiba e traz uma turnê inédita, "Nós, Voz, Eles" que iniciou no começo do mês em Paulínia (SP). O show chegará à capital com praticamente todas as entradas vendidas. Até o momento, 90% das poltronas já foram compradas. A apresentação acontece na sexta-feira, 28 de setembro, às 21h, no Teatro Guaíra. Os últimos ingressos estão à venda a partir de R$60.A produção é assinada pela produtora curitibana CWB Brasil.

Após o sucesso de "Meu Canto", seu último trabalho musical, Sandy trabalha no seu mais recente lançamento "Nós, Voz, Eles", que será divulgado a cada 15 dias para o público. As primeiras músicas "No Escuro" e "Areia", com as participações de Maria Gadú e Lucas Lima, respectivamente, foram as primeiras a serem divulgadas. Ao todo, serão oito convidados, omúsico Mateus Asato, o duoAnavitoria,Thiaguinho, a Banda Melim,IZA e seu pai, o Xororó.

Na apresentação, as músicas "Me Espera", "Aquela dos 30", "Morada", "Nosso Nó(s)", e a recém-lançada"Areia",já estão garantidas para compor o bem-cuidado repertório. E como não pode faltar em set list de veterana, que coleciona verdadeiros 'hinos' entre fãs cativos ao longo dos quase trinta anos na música, Sandy revisitará seus grandes sucessos dos álbuns "Manuscrito", "Sim", "Meu Canto" e algumas releituras da nostálgica e inesquecível época da dupla com o irmão,Junior Lima.

Serviço – Sandy em Curitiba

Quando:28 de setembro de 2018 (sexta-feira)

Local:Teatro Guaíra – Grande Auditório (Rua XV de Novembro, 971)

Horário:Abertura dos portões: 20h30 | Início do espetáculo: 21h30

Ingressos:De R$60 (meia-entrada) até R$140 (inteira), de acordo com o setor. Os setores Plateia A, B e C já estão esgotados.

Vendas:Disk Ingressos

Os ingressos podem ser adquiridos através do Disk Ingressos (Loja Palladium - de segunda a sexta, das 11h às 23h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h, - e quiosques instalados nos shoppings Mueller e Estação - de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h), Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22h, e aos domingos, das 9h às 18h), e pelo portalwww.diskingressos.com.br.A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue e portadores de necessidades especiais (PNE).

Forma de pagamento:Dinheiro | Cartão de Débito | Cartão de Crédito (a vista)

Classificação:Livre

Realização:CWB Brasil

Informações:(41) 3315-0808

Última atualização em Seg, 03 de Setembro de 2018 11:16
 


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