O que você faria se tivesse uma segunda chance?

A Garota das Sapatilhas Brancas, spin-off de O Garoto do Cachecol Vermelho, traz versão e lembranças de Daniel e de outros personagens queridos pelos fãs da escritora

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Ana Beatriz Brandão, escritora com apenas 17 anos, acaba de lançar seu novo livro pela Editora Verus, do Grupo Editorial Record: A Garota das Sapatilhas Brancas. Spin-off de O Garoto do Cachecol Vermelho, que já está na quinta edição, este segundo romance da autora e quarto livro já publicado, mostra, através das lembranças de diversos personagens já conhecidos e amados pelo leitor, como decisões podem afetar o destino. E os fãs já podem preparar os lenços novamente porque a trama é cheia de emoções.

Na história, Daniel Lobos vive a vida plenamente. Dono de um coração enorme, o jovem divide seu tempo entre duas paixões: a música e as causas sociais. Até que seu caminho cruza o de Melissa, uma bailarina preconceituosa e mesquinha, que põe à prova aquilo em que ele mais acredita: que todo mundo merece uma segunda chance.

Diferentemente do que acontece em O Garoto do Cachecol Vermelho, agora os leitores irão acompanhar o outro lado da história, que é o de Daniel, portador de uma doença degenerativa sem cura, a Esclerose Lateral Amiotrófica, mais conhecida como ELA.

Não sabia o que pensar, e nem como agir. Era como se todos os pensamentos que eu pudesse ter naquele momento tivessem sido sugados da minha mente. Tudo o que podia fazer era sentir, e acho que nem isso conseguia fazer direito. Eu tenho esclerose lateral amiotrófica. Tenho uma doença degenerativa sem cura.

Vítima da mesma doença do pai, ele tenta se desviar dos familiares que tanto fazem perguntas sobre seu estado enquanto faz de tudo para arrancar sorrisos de Melissa. Quando ele propõe a ela o plano de passar dois meses juntos para que ela passe a ver a vida de forma diferente, a aproximação entre os dois se torna inevitável. Agora, nada mais será como antes.

Quando ela apertou minha mão, selando nosso acordo, eu soube que conseguiria. Nunca tive tanta certeza de algo na vida, como se de repente tudo fizesse sentido. Posso ter parecido um louco naquele momento, afinal nos conhecíamos fazia tão pouco tempo. Mas a cada encontro com Melissa eu sentia como se estivéssemos destinados a nos encontrar naquela noite de Ano-Novo. Como se o universo tivesse conspirado para nos levar até aquele momento.

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E os fãs podem se orgulhar ao adquirirem a obra. É que parte dos direitos autorais deste livro será doada para instituições ligadas à esclerose lateral amiotrófica (ELA). As doações, que contam com o apoio da Verus Editora e do Grupo Editorial Record, irão para o Instituto Paulo Gontijo e a Associação Regional de Esclerose Lateral Amiotrófica (ARELA-RS). Os leitores de O Garoto do Cachecol Vermelho também continuam contribuindo para a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (ABRELA).

 

Sobre a autora: Viver em um mundo cercado de magia – esse sempre foi o sonho de Ana Beatriz Brandão. Ela descobriu que era possível tornar isso realidade através da leitura quando conheceu O Pequeno Príncipe, aos cinco anos de idade.Targaryen, potterhead, narniana, semideusa e tributo, Ana vive muitas aventuras todos os dias. Aos treze anos, descobriu que contar histórias era sua paixão e desde então escreveu diversos livros, entre eles O Garoto do Cachecol Vermelho, Sombra de um anjo e Caçadores de almas. Seu maior sonho é poder continuar contando suas histórias para todos aqueles que, como ela, acreditam que os livros são a melhor forma de tocar o coração das pessoas e mudar suas vidas.

Última atualização em Qui, 16 de Novembro de 2017 10:02
 

Arte Argentina | I Congresso de Tango de Curitiba

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Em novembro, entre os dias 23 e 26, Curitiba receberá o 1° Congresso de Tango, uma iniciativa do Consulado Argentino, em parceria com o escritório de advocacia Küster Machado e a Câmara de Comércio Brasil/Argentina.

 

Serão três dias dedicados à celebração e aprendizagem do tango, um estilo de dança e música típicos da cultura argentina, e que podem ser traduzidos pela sensualidade e dramaticidade de seus passos e ritmos.

 

A programação do evento conta com aulas de tango em diversos níveis - iniciante, intermediário e avançado -, palestras, exposições, espetáculos de dança, milongas – bailes típicos -, apresentações, shows e consertos.

 

Segundo o Consul argentino, Pedro Ezequiel Marotta, o objetivo, além de aproximar culturas e promover o intercâmbio entre elas, é preencher uma visível lacuna na capital paranaense; uma cidade cinzenta, melancólica e charmosa, assim como o espírito do tango.

 

"Já vivi em muitos países e em todos eles festivais de tango eram atrações recorrentes, pois se trata de uma arte riquíssima, galanteadora. Mas no Brasil, um país vizinho, sentimos uma carência deste tipo de iniciativa. Então, decidimos trazer para Curitiba e a recepção não poderia ter sido melhor, já temos um grande volume de inscrições, as aulas de tango avançada, por exemplo, já estão lotadas", afirma Marotta.

 

Para criar uma áurea especial e aumentar o clima latino, toda a programação do 1° Congresso de Tango se concentrará no centro histórico da cidade, famoso por suas encantadoras ruas de Petit-Pavê e belíssimas construções de arquitetura espanhola.

 

Durante o evento, também será possível conhecer e acompanhar o trabalho de artistas reconhecidos internacionalmente, como Eliane de Markondes, Ariel Manzanares, Hugo Hoffman, Leonardo Taques, Gabriel Castro e Natacha Muriel.

 

O cerimonial de abertura será na próxima sexta-feira (23) no Memorial de Curitiba às 18 horas. As aulas de tango iniciam no mesmo dia, na Casa Hoffman, a partir das 10 horas e continuam no sábado. À noite haverá a primeira milonga de gala, no Palácio Garibaldi, às 21 horas, que se repete no dia 24.

 

No sábado, dando continuidade à programação, haverá uma série de palestras sobre o surgimento e história do tango, a partir das 11 horas no Memorial. Às 17 horas, no mesmo local, haverá o espetáculo "Homenagem às mulheres do Tango", apresentado companhia Todo Tango. E, para finalizar o evento, domingo será dia de apresentação de orquestras e shows de tango.

Sobre a Câmara de Comércio Brasil/Argentina

 

A Câmara de Comércio Brasil/Argentina, apoiadora do 1° Congresso de Tango, é uma organização civil sem fins lucrativos que objetiva o fortalecimento do comércio e turismo, bem como o intercâmbio cultural e de serviços, entre os dois países.

 

De acordo com Marotta, que também atua como tesoureiro da Câmara, o Paraná é o 2° principal parceiro comercial da Argentina – só fica atrás da China – e a troca entre os dois rende, anualmente, cerca de US$ 3 bilhões.

 

Desta forma, a Câmara, fundada em 2017, atua como um facilitador de relacionamento, assegurando que a parceria comercial e cultural se mantenha forte, seja capaz de gerar oportunidades, siga um bom fluxo de negócios bilatérias e possibilite a troca de conhecimento, expertise e networking.

 

Serviço:

Evento: 1° Congresso de Tango

Data: 23 a 26/11

Local: Centro histórico de Curitiba

Inscrições e informações sobre a programação:

http://www.congressodetangocuritiba.com.br/

Última atualização em Ter, 14 de Novembro de 2017 16:26
 

ACCEPT – Turnê "The Rise of Chaos World Tour 2017/18"

Umas das bandas de heavy metal alemã que teve importante papel no desenvolvimento do speed metal e power metal na Europa, o Accept desembarca no Brasil nos próximos dias para uma série de shows da sua nova turnê, ´The Rise of Chaos World Tour 2017/18´, de divulgação do seu novo discoThe Rise Of Chaos , lançado em agosto deste ano. A apresentação em Curitiba aconteceno dia 14 de novembro, véspera de feriado, na Ópera de Arame (Rua João Gava, s/n), às 21h30. Com realização da Free Pass Entretenimento, antes de chegar na capital paranaense, o Accept passa por São Paulo, Fortaleza, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e depois segue para Florianópolis.

Formado atualmente por Mark Tornilo (vocal), Wolf Hoffmann (guitarra), Uwe Lulis (guitarra), Peter Baltes (baixo) e Christopher Williams (bateria), o grupo alemão promete tocar seus clássicos da carreira, além das músicas inéditas do novo álbum.

O início da banda se deu em 1968, quando era chamada de Band X, mas a carreira profissionapt,l foi iniciada em 1976, quando mudaram o nome para Accept. Devido ao vocal arranhado do vocalista Udo e a seu estilo sonoro, o grupo serve de influência para quase todas as bandas de power metal e são um dos precursores do chamado speed metal. Ao longo da carreira, a banda lançou 14 álbuns de estúdio e já vendeu mais de 37 milhões de cópias pelo mundo.

No final da década de 1970 e início da de 1980, a Alemanha começava a despontar como um dos grandes berços do rock and roll. E foi nesse país e nessa época, que o vocalista Udo Dirkschneider, depois de algumas breves experiências musicais, montou o Accept. Seu álbum de estreia, Restless and Wild, lançado em 1982, é até hoje reconhecido como um dos mais importantes do heavy metal.  A faixa de abertura "Fast As a Shark" torna-se um dos maiores hits do grupo, e de grande importância no cenário do speed metal. Em 1986, Udo abandonou o grupo, retornando no começo dos anos 2000, quando foram lançados os álbuns A Tribute To Accept e A Tribute To Accept II, no qual bandas consagradas como Primal Fear, Darkane, Therion e Dimmu Borgir fizeram suas versões para as músicas clássicas do grupo.

O mais recente e décimo quinto trabalho de estúdio do grupo, foi lançado em agosto deste ano com o título The Rise Of Chaos. O novo trabalho vem ganhando críticas elogiadas da mídia.

Os ingressos estão à venda e os valores variam de R$90,00 (meia-entrada) a R$400,00 (inteira), de acordo com o setor.  Plateia - R$90,00 (meia-entrada) e R$180,00 (inteira) / Camarote - R$130,00 (meia-entrada) e R$260,00 (inteira) / Plateia Premium - R$400,00 (meia-entrada) e R$200,00 (inteira). A meia-entrada é para estudantes, maiores de 60 anos, professores, doadores de sangue e portadores de necessidades especiais (PNE). ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. Vendas com taxa de venda serviço: Online -  https://ticketbrasil.com.br/show/5384-accept-curitiba-pr e nos pontos de venda: Túnel do Rock (R: XV de Novembro,74), Hand & Made Music Shop (Shopping Palladium) e Metal Mania (R:Izaac Ferreira da Cruz,3018,lj01). Ponto de venda sem taxa de serviço:  Dr. Rock Centro (Shopping Metropolitan) somente para compra em dinheiro.

SERVIÇO:
ACCEPT – Turnê "The Rise of Chaos World Tour 2017/18"
Quando: 14 de novembro de 2017 (Terça)
Local: Ópera de Arame (R. João Gava, s/n) 
Horários:  Abertura do Teatro: 20h / Início do show: 21h30
Duração do show: 
cerca de 90min
Ingressos: 
variam de R$90,00 (meia-entrada) a R$400,00 (inteira), de acordo com o setor.  
Plateia - R$90,00 (meia-entrada) e R$180,00 (inteira);
Camarote - R$130,00 (meia-entrada) e R$260,00 (inteira);
Plateia Premium - R$400,00 (meia-entrada) e R$200,00 (inteira).
A meia-entrada é para estudantes, maiores de 60 anos, professores, doadores de sangue e portadores de necessidades especiais (PNE).
***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.
Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei
É obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário, na compra do ingresso e na entrada do teatro. 
Forma de Pagamento: Dinheiro e cartões de crédito/débito
Pontos de Venda: Online -  https://ticketbrasil.com.br/show/5384-accept-curitiba-pr e nos pontos de venda: Túnel do Rock (R: XV de Novembro,74), Hand & Made Music Shop (Shopping Palladium) e Metal Mania (R:Izaac Ferreira da Cruz,3018,lj01). Ponto de venda sem taxa de serviço:  Dr. Rock Centro (Shopping Metropolitan) somente para compra em dinheiro.
**Entrega em domicílio com taxa de entrega.
Classificação etária: 16 anos
Informações p/ o público: www.ticketbrasil.com.brwww.freepass.art.br
Realização: Free Pass Entretenimento

 

Epilepsia rolândica é o tipo mais comum na infância

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Guarde esta informação: a epilepsia é um dos transtornos neurológicos de maior prevalência no mundo. Só no Brasil, aproximadamente 3 milhões de pessoas sofrem com crises convulsivas. Ao redor do globo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são mais de 50 milhões de afetados.

Guarde mais esta: ela vem em “diferentes tamanhos e formas”, quer dizer, há diversos tipos de epilepsia, com gravidade e sintomas que vão desde uma breve ausência – é como se a pessoa “desligasse” por alguns segundos – à perda total de consciência.

 Essa grande variedade de sintomas tem a ver com a extensão do cérebro que é comprometida – de um pequeno grupo de neurônios de determinadas áreas (a chamada epilepsia focal) a um grande grupo deles, em ambos os hemisférios cerebrais, daí essas epilepsias serem conhecidas como generalizadas.

A mais comum na infância
De todos os tipos de epilepsia focal, a mais estudada e frequente é a rolândica. Segundo a neuropediatra, Dra. Andrea Weinmann, do Centro Neurológico Weinmann, esse é o tipo mais comum de desordem epiléptica da infância, afetando entre 15% e 25% das crianças com o distúrbio.

“As causas ainda não são conhecidas, mas sabe-se que há um forte componente genético, isto é, crianças com um irmão, irmã ou membro da família com o problema têm maior chance de vir a tê-lo. Também não se sabe porque, mas a epilepsia rolândica acomete duas vezes mais meninos do que meninas”, conta.

Confira, a seguir, algumas questões que toda família deveria saber acerca da epilepsia rolândica (ER), respondidas com a ajuda da Dra. Andrea, especialista em Epilepsia.

 1. O que é?
A epilepsia rolândica também é chamada de epilepsia rolândica benigna ou - num termo mais moderno, porém complicado - de epilepsia FOCAL benigna da infância com descargas centrotemporais. Rolândica porque afeta uma área do cérebro chamada de fissura de Rolando, responsável pelo controle motor e sensitivo da face e da faringe. Benigna porque, na maioria dos casos, ela entra em remissão na adolescência. Algumas teorias apontam que o desaparecimento das convulsões na adolescência estaria ligado ao amadurecimento do cérebro.

2. Quando os primeiros sintomas aparecem?
Geralmente, a primeira convulsão aparece entre os 4 e os 10 anos de idade e some totalmente em torno dos 16 anos. Entretanto, as crises típicas não são tão frequentes como em outros tipos de epilepsia. “A maioria das crianças com ER não tem do que cinco a seis episódios de convulsão durante a vida. Uma pequeníssima fração pode ter centenas de episódios”, esclarece Dra. Andrea.

3. Como é a convulsão?
A convulsão em uma criança com epilepsia rolândica difere bastante da crise epiléptica mais conhecida (e estigmatizada), aquela que leva o paciente a sofrer com tremores no corpo, salivar bastante, chegar a cair e até a perder a consciência. “A crise é bastante curta, geralmente dura menos de dois minutos. Ela normalmente acontece à noite, durante o sono - no início do adormecer ou pouco antes de a criança despertar. Os pequenos acordam, mas não chegam a perder a consciência. Às vezes podem lembrar-se de trechos do que aconteceu.

Como a área do cérebro afetada responde pelo controle sensitivo-motor da face, da boca e da faringe, os sintomas mais evidentes se manifestam nessas regiões. A criança sente um formigamento ou entorpecimento da língua, dos lábios e da bochecha, apresenta tremores e contrações num dos lados do rosto e fica incapaz de engolir e de falar, porque os músculos do trato vocal ficam momentaneamente paralisados. Ela também pode salivar e emitir sons incompreensíveis, por causa da incapacidade temporária de articular palavras.

Secundariamente ocorrer ainda uma convulsão generalizada, em que a criança fica rígida e depois passa a ter movimentos bruscos de braços e pernas. Em outros casos, quando a família percebe, já encontra a criança em crise generalizada, principalmente aquelas que acontecem durante o sono.

Quando a crise é generalizada é preciso manter a calma. Dra. Andrea explique é preciso colocar a criança em superfície macia e esperar a crise passar. Porém, quando a crise passa de cinco minutos é preciso de assistência médica.

4. Como é feito o diagnóstico?
Dra. Andrea afirma que o diagnóstico costuma ser feito depois que a criança tem a primeira crise, mas que, geralmente, outros sintomas, por vezes menos evidentes, podem aparecer bem antes disso. É justamente esse um dos grandes desafios da epilepsia infantil: estar bastante atento aos pequenos e a qualquer distúrbio de comportamento que eles possam ter. “Uma das condições associadas à epilepsia rolândica mais comuns é a dificuldade para aprender a ler. Em alguns casos, a criança também pode apresentar alguns problemas de coordenação, sendo muitas vezes tida como desajeitada”.

5. Como tratar?
Quando as crises são raras ou não causam inconvenientes, o tratamento pode não ser necessário. Mas, o médico irá avaliar a caso a caso e discutir a terapêutica com a família. A especialista chama a atenção sobre ficar de olho na qualidade do sono da criança. “Quando a criança não dorme o suficiente ou o sono é inadequado, a chance de ter crises aumenta muito”.
Se o pequeno apresentar complicações cognitivas, poderá ser necessário fazer um acompanhamento com profissionais especializados. A boa notícia é que nem sempre essas complicações aparecem.

Última atualização em Sex, 03 de Novembro de 2017 17:15
 

Oito Mitos e Verdades sobre Viagens de Avião.

 

Quem nunca viajou de avião e fez as seguintes perguntas: a aeronave pode voar com apenas um motor? O pouso e a decolagem são os momentos mais perigosos? As portas podem abrir em pleno voo? O assento realmente boia?
 
Diferentemente dos pilotos e da tripulação, que recebem treinamentos e informações sobre os detalhes mais técnicos das aeronaves, os passageiros, por desconhecerem muitos itens de segurança, podem alimentar dúvidas, questionamentos e muitos mitos sobre as funcionalidades do avião. Para quem tem medo de voar, isso pode ser particularmente importante, pois a pessoa cria pensamentos disfuncionais, justamente pela falta de conhecimento técnico da aviação.
 
“Notamos em nossos atendimentos e em nossos cursos que há muito desconhecimento sobre os aspectos técnicos da aviação. Por isso, como parte do nosso protocolo de tratamento para o medo de voar, estão incluídas aulas com pilotos e outros profissionais da aviação para quebrar esses mitos”, diz a psicóloga Fernanda Queiroz, cofundadora da VOE Psicologia, primeira empresa especializada no tratamento do medo de voar.
 
A equipe da VOE elencou os principais mitos e verdades sobre a aviação. Confira:
 

  1. Avião pode voar com um motor só. Verdade. Para mantê-los no ar em constante movimento, os aviões comerciais modernos são equipados com dois ou mais motores. Caso haja alguma pane em algum motor, o outro assume toda a sustentação da aeronave e passa a exercer um pouco mais de força para compensar esta falta.
  1.  O pouso e a decolagem são mais os momentos mais perigosos. 
    Verdade. Embora os acidentes sejam raros e não signifique uma queda, o pouso e a decolagem são os momentos em que os pilotos têm menos tempo de decisão para manobras de emergência. Estatísticas divulgadas pela Boeing (2009) mostram que 43% dos acidentes com vítimas acontecem durante a fase de decolagem, desde a aceleração do avião na pista até a chegada à altitude de cruzeiro. O momento da descida e do pouso correspondem a 41% dos incidentes. Segundo levantamento da Boeing, apenas 16% dos desastres fatais são registrados durante o voo de cruzeiro, quando o avião está com altitude e velocidade estabilizadas.
  1.  Pássaros podem derrubar um avião. Depende. Grandes aves podem causar sérios danos e até derrubar uma aeronave. Isso só aconteceria se o choque fosse no motor ou na turbina com força suficiente para causar estragos nas palhetas, que são as hélices que sugam o ar. Partes do animal e das hélices podem entrar no motor, fazendo com que a turbina pegue fogo e pare de funcionar.

    Entretanto, acidentes com grandes aves não são comuns, já que as turbinas podem suportar colisões com objetos de até 3,6 kg (o urubu pesa 1,5 kg), e os aviões voam a altitudes muito maiores do que as alcançadas por pássaros.

  1.  A porta do avião pode ser aberta em pleno voo. Mito. As portas só podem ser abertas se a pressão no interior e no exterior da aeronave forem virtualmente a mesma, algo impossível durante um voo comercial. Isso só acontece mesmo na ficção. 
  1.  Um raio pode derrubar um avião. Mito. Tempestades e raios não aumentam o risco de acidente, já que a aeronave é preparada para este tipo de situação. Se uma descarga elétrica atingir o avião, o máximo que pode acontecer é danificar o sistema, mas não chega a comprometer a segurança. Caso isso aconteça, uma inspeção completa será realizada logo depois da aterrissagem.
  1.  O meio do avião é mais seguro no caso de queda.
    “estar no lugar certo na hora certa”. Mais ou menos. Com base nos dados da agência que regula a aviação civil nos Estados Unidos (a FAA), a revista Time divulgou um levantamento que mostrou uma maior segurança em que quem fica na parte traseira do avião e na poltrona do meio. Já houve acidentes no Brasil em que sobreviveram apenas pessoas sentadas nos últimos assentos. Mas não se trata de uma regra e tudo depende das causas e circunstâncias do acidente, ou ainda do fator
  1.  O assento vira uma boia. Verdade. Muita gente acredita que os avisos sobre os assentos flutuantes, que permitiriam um pouso na água, não passam de um artifício para manter a tranquilidade dos passageiros. Mas, na verdade, os assentos flutuantes possuem certificação de órgãos competentes, podendo suportar pesos acima de 100 Kg.
  1. Celular ligado pode derrubar o avião. Mito. Este é um assunto bastante debatido no setor aéreo. Segundo relatório de 2014 da Agência Europeia para Segurança da Aviação, dispositivos eletrônicos não representam um risco para a segurança, ficando a cargo da companhia aérea liberar ou não o uso a bordo. Inclusive há diversas empresas, como Emirates, Virgin e British Airways, que oferecem serviços de chamadas durante voos.
Última atualização em Qua, 01 de Novembro de 2017 17:47
 

Oito cuidados para cães com dermatite atópica

Recomendações abrangem atenção especial aos banhos, tosa, dieta e ambiente.

 

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Cães com dermatite atópica são aqueles alérgicos a proteínas presentes no ambiente, como ácaros, pólen, bolores etc. A doença, que se manifesta principalmente por meio do prurido (coceira) e lesões de pele, não tem cura.

Por conta disso, é fundamental que os tutores tenham cuidados especiais no manejo destes animais e procurem o tratamento médico mais eficiente e com os menores efeitos colaterais possíveis.

A médica veterinária Flávia Clare, da Universidade Severino Sombra e da Clínica VetCare, do Rio de Janeiro, faz oito recomendações para cães com este tipo de alergia:

  1. Banhe o seu cãozinho apenas com produtos prescritos e não utilize perfumes. Evite água muito quente e o seque em temperatura ambiente ou com secador morno a frio.

 

  1. Ao tosar, não utilize máquina. Corte os pelos com tesoura.

 

  1. Limpe o ambiente onde o animal costuma ficar com sabão ou detergente neutro e enxague abundantemente.

 

  1. Não deixar o cão em locais onde há acúmulo de poeira. Lave a caminha do animal uma vez por semana. Se possível, remova tapetes, carpetes e objetos onde o pó possa se acumular.

 

  1. Não deixe o cão por perto quando você utilizar desodorante ou perfumes.

 

  1. Controle mensalmente a infestação de ectoparasitas (pulgas, carrapatos etc).

 

  1. Evite alterações de dieta e petiscos. Consulte sempre o médico veterinário quanto a mudanças alimentares.

 

  1. Ao menor sinal de aumento da coceira ou aparecimento de lesões de pele, procure o médico veterinário.

 

 

Medicamento age na fonte da coceira e agrada tutores

Uma terapia inovadora tem contribuído de forma significativa para recuperar a saúde dos cães com dermatite atópica e outras dermatites alérgicas que causam coceira. Trata-se do Apoquel, da Zoetis, companhia líder em saúde animal. É o único tratamento desenvolvido para agir diretamente na fonte da coceira.

O medicamento tem efeito rápido e é seguro para o uso prolongado, pois tem a eficácia e a rapidez de ação dos corticoides, porém sem causar os efeitos colaterais desta categoria.

Considerando os benefícios do medicamento, 83% dos tutores que participaram da pesquisa consideram a experiência com Apoquel “excelente” ou “muito boa” e 62% afirmam que a qualidade de vida dos seus cães melhorou “extremamente”. A grande maioria dos tutores (94%) também reconhece melhorias para a própria qualidade de vida por conta da eficácia do tratamento de seus animais de estimação.

Última atualização em Seg, 23 de Outubro de 2017 12:47
 


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