Vicky Iza Las Velas da Cia Mafalda (Suíça)

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Espetáculo de dança-teatro Vicky Iza Las Velas da Cia Mafalda a (Suiça) será apresentado amanhã (13/11), às 19h, no Teatro José Maria Santos,
em Curitiba (Foto: Divulgação)


A 3ª Espetacular – Mostra de Artes para Crianças
 que teve início neste fim de semana (10/11) irá oferecer até 18 de novembro, todos os dias, espetáculos de teatro, circo, dança, performance, música, artes visuais, literatura, contação de histórias e muito mais. A programação que vem ocupando diversos espaços da cidade é gratuita e conta com atrações nacionais e internacionais. Trata-se de uma das maiores mostras de artes para crianças do Brasil.  


Um dos grandes destaques desta edição é a participação da Companhia Mafalda, da Suíça, que irá apresentar amanhã, 13/11, às 19h, o espetáculo de dança-teatro "Vicky Iza Las Velas", no Teatro José Maria Santos. 

"A Mostra está muito rica, reúne diversas expressões artísticas, é difícil destacar atrações porque a programação já é um recorte e resultado de uma seleção criteriosa, por isso indico que as pessoas aproveitem tudo ao máximo, inclusive no feriadão que vem por aí. Tem muita coisa boa para ver e fazer", destaca Michele Menezes, diretora geral da Mostra.


Os ingressos serão distribuídos uma (1) hora antes das apresentações, na bilheteria dos espaços, considerando a disponibilidade de lugares.


PROGRAMAÇÃO DO DIA 13 DE NOVEMBRO:
TEATRO SESI PORTÃO – 15h
ESTÓRIAS DE MUITAS MAINHAS/ Cia do Abração (Curitiba/PR)


Três simpáticos velhinhos que adoram contar estórias, um para o outro e, do seu jeito, trarão ao espectador alguns contos da literatura nacional, dirigidos à criança. Nossos contadores e estórias, divertidos e ingênuos velhinhos se confundem, brincam e se emocionam com a pureza própria de uma criança. Movidos pelos sentimentos de saudades e lembranças, começam a falar sobre suas próprias mães e sobre as diferentes mães que conhecem. Neste clima de brincadeira e Faz-de-Conta, fazem abstrações imaginando que todas as coisas, isto é, objetos do cotidiano, elementos da natureza e seres elementais, também têm mães. Concluem-se como podem ser diferentes e ao mesmo tempo semelhantes a nós, as diversas relações entre mães e filhos: tudo quanto a imaginação e a sensibilidade de uma criança podem permitir. Um trabalho de muita sensibilidade e delicadeza feito para todas as crianças, de todas as idades, inclusive, aquelas dentro de nós.


Indicação: Livre
TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS – 19h
VICKY IZA LAS VELAS / Company Mafalda (Suiça)

Esta não é somente uma produção que pode ser assistida, é um espetáculo que convida o público a acompanhar a história de Vicky - a heroína da peça - desde o começo, quando ela, corajosamente, inicia uma jornada para descobrir destinos muito distantes. Mais que isso, os espectadores podem ser chamados para ajudá-la sempre que ela precisar! Todos os tipos de estranhas criaturas vivem nos mundos estrangeiros que Vicky visita e ela encontra infinitos obstáculos em seu caminho. Quanto mais longe Vicky chega, mais percebe que completar uma viagem segura e fazer com que os seres que ela encontra se tornem amigos, só depende dela. De forma lúdica, ela percebe que vale muito a pena descobrir coisas novas, pois só assim é possível conhecer mais sobre nós mesmos, nossos limites e capacidades.

Indicação: 4 anos
realização da Espetacular é da Pró Cult por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e conta com o incentivo do Banco do Brasil e da Celepar.


Mais informações:
www.mostraespectacular.com.br

                             http://procultbr.com/

(*release completo em anexo)
Obs.: As fotos em anexo são do espetáculo:

Vicky Iza Las Velas – Companhia Mafalda (Zurique/Suiça)

Última atualização em Seg, 12 de Novembro de 2018 17:38
 

Bancos Indígenas do Brasil no MAI

Com entrada gratuita, exposição terá abertura no dia 13 de novembro

 

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Exposição Bancos Indígenas do Brasil (Foto: Divulgação)

 

Por sua abrangência e variedade, a exposição Bancos Indígenas do Brasil toca em uma ampla variedade de temas, revelando pontos de conexão entre a arte indígena [LA1] e mostrando ao público a potência criativa e o apuro estético dos povos tradicionais.

Exposição já passou por São Paulo e Tóquio

A Exposição já passou pelo Pavilhão Japonês no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e pelo Museu de Arte Teien, em Tóquio. Em São Paulo, a expografia foi assinada por Eiji Hayakawa e Claudia Moreira Salles, enquanto em Tóquio foi assinada por Toyo Ito. Nas duas cidades, a exposição recebeu cerca de 60 mil visitantes.

FICHA TÉCNICA DA EXPOSIÇÃO

Exposição Bancos Indígenas do Brasil

Direção: Julíanna Podolan Martims

Curadoria/Expografia: Ana Itália Paraná Mariano e Ana Silvia Paraná Mariano Kerin

Coordenação: Samantha Donner Rothert

Montagem/Iluminação: Artur William Pereira

Projeto gráfico: Yumi Saneshigue

Vídeo: Estúdio Rafael Costa

SERVIÇO

EXPOSIÇÃO BANCOS INDIGENAS DO BRASIL

13 de novembro a 11 de fevereiro

Horário Visitação: Segunda à Sexta, das 10h às 17:30h.

Entrada Gratuita.

Local: Museu de Arte Indígena - MAI

Endereço: Av. Água Verde, 1413 - Água Verde, Curitiba – PR

Telefone: 41 3121-2395

Informações:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Agendamentos:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

SOBRE A COLEÇÃO BE?

A coleção BE? de bancos indígenas abrange mais de 500 peças oriundas de povos de diferentes regiões: Alto e Baixo Xingu, sul da Amazônia/Centro-Oeste, norte do Pará e Guianas e noroeste amazônico. Os bancos aliam funcionalidade e beleza; ao mesmo tempo que são reconhecidos como objetos de arte e design, preservam sua dimensão religiosa e simbólica: esculpidos em madeira, muitas vezes em formatos de animais, decorados com grafismos ou coloridos com pigmentos diversos, eles espelham o universo cultural e a cosmologia das etnias que os criam.

Por sua extensão e importância, a Coleção BEI é hoje uma referência em arte indígena brasileira. Seus bancos vêm sendo expostos em instituições do Brasil e do mundo, contribuindo para abrir novos horizontes de reflexão sobre as complexas inter-relações entre as artes tradicionais e a cultura contemporânea.

www.colecaobei.com.br

SOBRE O MUSEU DE ARTE INDÍGENA - MAI

O Museu de Arte Indígena - MAI foi inaugurado em Curitiba no dia 16/11/2016 no bairro Água Verde, em Curitiba, no Paraná. É o primeiro museu particular do Brasil dedicado exclusivamente à produção artística dos indígenas brasileiros, e conta com um dos maiores acervos do mundo nesta área. São cerca de mil peças no acervo divididas entre arte plumária, cerâmica, cestas, instrumentos musicais, máscaras ritualísticas e objetos utilitários.

O MAI nasceu em Clevelândia (PR), em 2009, com o objetivo de resgatar e preservar a cultura indígena brasileira. A qualidade de seu acervo e os cuidados constantes na manutenção e conservação das peças permite aos visitantes uma verdadeira imersão cultural. O MAI é fruto de vinte e um anos de trabalho de Julianna Podolan Martins em expedições às mais diversas etnias e contempla a diversidade cultural dos principais povos indígenas do território nacional.

Com curadoria de Ana Itália Paraná Mariano, o museu detalha a origem das peças e as tradições culturais das mais diversas etnias. Um amplo espaço de eventos reproduz a arquitetura e atmosfera de uma oca. Todas as áreas do MAI foram projetadas para receber cada uma das categorias do acervo. O espaço foi construído com a mais recente tecnologia de climatização, para assegurar temperatura e umidade do ar necessárias para conservar os objetos, muitos raros e delicados.

www.maimuseu.com.br

Última atualização em Seg, 05 de Novembro de 2018 14:02
 

Halloween nos cinemas

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A franquia Halloween se tornou um clássico do cinema de horror, com vários filmes feitos ao longo de quarenta anos, desde que o primeiro da série foi lançado em 1978.

 

O personagem Michael Myers, o psicopata assassino, tornou-se um ícone do terror, e habita o imaginário dos fãs, desde então.

 

Falar sobre a natureza de um assassino, que não tem face e que se esconde atrás de uma máscara, acaba colocando dentro dela, todo e qualquer medo que o espectador possa imaginar. Um lance genial que alimenta a mente dos fãs da série.

 

Na trama, quarenta anos depois de ter escapado do ataque de Michael Myers em uma noite de Halloween, Laurie Strode vive isolada em uma casa feita sob medida para sua proteção.

 

Apesar das décadas que passaram, Laurie não esquece do assassino e não tem uma vida normal, pois os ataques e a possibilidade de ser morta, são sai de sua cabeça.

 

Michael Myers, o assassino, está preso em um hospital psiquiátrico e há anos, médicos e jornalistas tentam entender os motivos que o levam a matar, mas não conseguem vislumbrar qualquer caminho que entenda a mente do psicopata.

 

Durante uma transferência de hospital, Myers consegue escapar e rapidamente começa a matar as pessoas que passam pelo seu caminho.

 

Mas, ele tem um destino, a cidade de Haddonfield e a casa de Laurie.

 

Laurie, que agora tem uma família, terá que enfrentar seu maior medo, para se proteger e proteger os seus.

 

O diretor David Gordon Green faz uma grande homenagem ao filme original, relembrando cenas e mantendo o mesmo tom de terror.

 

A atriz Jamie Lee Curtis está ótima nesse novo confronto, entregando terror e ao mesmo tempo valentia, dando com isso, personalidade ao seu personagem.

“Halloween” vai agradar aos fãs antigos, e aos novos que com certeza irá conquistar, porque além de ser um ótimo filme, deixa um gancho no final que dá a entender que outros filmes da franquia virão.

 

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Título Original: Halloween

Gênero: Terror
Tempo de Duração: 1 hora e 49 minutos
Ano de Lançamento: 2018

Direção: David Gordon Green

Elenco: Jamie Lee Curtis, Judy Greer, Andi Matichak, Haluk Bilginer, Nick Castle, Will Patton, Jefferson Hall, Toby Huss.

RITA VAZ

TUDO SOBRE FILME – www.tudosobrefilme.com.br

Última atualização em Qua, 31 de Outubro de 2018 11:04
 

Aproveite: Instituto MRV lança novo edital

Programa Educar para Transformar chega à quinta chamada pública de projetos

 

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Instituições sem fins lucrativos, com mais de um ano de existência, e pessoas físicas acima de 18 anos que tenham um projeto social com foco na educação de crianças e jovens devem ficar atentas à agenda do Instituto MRV. Isso porque, a organização sem fins lucrativos fundada pela MRV Engenharia já tem data marcada para a abertura das inscrições do Educar para Transformar – 5ª Chamada Pública de Projetos. Entre os dias 8 e 31 de outubro, os interessados podem se inscrever por meio do site www.institutomrv.com.br.

Para essa chamada, podem se inscrever projetos nas cidades em que a MRV possui empreendimentos lançados ou em construção. No Paraná, a construtora atua nas cidades Arapongas, Araucária, Cambé, Campo Largo, Colombo, Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, São José dos Pinhais e Sarandi. Os projetos devem trabalhar a educação como geradora de transformação social, contemplando o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4. Além disso, os projetos devem estar relacionados a um ou mais ODS, e desenvolver suas atividades de forma que, comprovadamente, contribuam, impactem e potencializem os resultados da Agenda 2030 da ONU.

A avaliação dos projetos acontecerá de 5 a 30 de novembro e será realizada por uma comissão que levará em conta critérios como a realidade da comunidade, áreas de atuação do programa, potencial inovador, entre outras características. As iniciativas selecionadas serão disponibilizadas para votação popular a partir do dia 10 de dezembro, indo até o dia 14 do mesmo mês. Os seis projetos mais votados pelo público serão apresentados no dia 19 de dezembro e cada um deles receberá um aporte de R$ 80 mil. A partir de janeiro de 2019 os projetos vendedores serão acompanhados e receberão o apoio do Instituto MRV, com a realização de treinamento e encontros frequentes para a troca de conhecimento e a verificação do desenvolvimento do projeto. 

Para o diretor do Instituto MRV, Raphael Lafetá, o Educar para Transformar fomenta boas ideias de projetos sociais e potencializa ainda mais as atividades do Instituto MRV. “Nesses quatro anos que realizamos a chamada publica já contribuímos para o desenvolvimento de 20 projetos em todo o país. A companhia acredita na transformação social por meio da educação, por isso investe para tornar perene os projetos que apoia nessa área”, conta.

Os projetos já apoiados pelo Instituto MRV por meio do Educar para Transformar, são: Projeto viver basquete (Nova Lima/MG), Aprendizagem criativa (São Paulo/SP), Oportunidade para Brilhar (Nova Contagem/MG), Coração da Terra (Belo Horizonte/MG),  Rede Solidária Natureza Viva (de Governador Valadares/MG), Nadar para Desenvolver (Rio de Janeiro/RJ), Casa de Educação para a Sustentabilidade (Rio das Ostras/RJ), Vila Progresso (São Paulo/SP), Educando Para a Vida (Campinas/SP), Oportunidades para Brilhar II (Contagem/MG), Tecnologia ao Alcance da Educação (Canoas/RS), Ubirajara Transformação (Cuiabá/MT), Leitura e Escrita: transformando vidas, reciclando ideias (Eusébio-Fortaleza/CE), Coletivo de Contadoras de História Rosazul (Londrina/PR), Projeto Gari (Grupo de Amigos Reciclando Ideias) (Manaus/AM), PEC - Programa Escola Consciente (Ribeirão Preto/SP), Educação Ambiental - Seja Sustentável (São Paulo/SP), Mirante Digital (São Paulo/SP) e Gaia+ (Piracicaba/SP). Esse último contou com o apoio dois anos consecutivos.

Sobre o Instituto MRV
Para a MRV Engenharia, investir em responsabilidade social é tão importante quanto garantir o sonho da casa própria para milhares de brasileiros. Por isso, a companhia fundou em 2014 o Instituto MRV, organização sem fins lucrativos, voltada para promoção da transformação social do país por meio da educação. Somente em 2017, foram investidos mais de R$5,6 milhões em projetos como a Chamada Pública de Projetos, Criança Esperança, Programa Miguilim, Cidade dos Meninos São Vicente de Paulo, Projeto Querubins, e muitos outros. Além disso, o Instituto também é responsável pelo incentivo ao voluntariado junto aos colaboradores da construtora e hoje o instituto conta com 2.300 voluntários. Saiba mais em www.institutomrv.com.br.

Última atualização em Seg, 29 de Outubro de 2018 16:45
 

Exposição fotográfica de Marina Klink

 

Registros da Antártica representam o olhar significativo da fotógrafa sobre as riquezas naturais do planeta

 

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No mês de outubro a exposição passou pelo show room da construtora nas cidades de Londrina e Maringá (Créditos: Divulgação)

 

O show room da construtora A.Yoshii em Curitiba recebe o novo acervo de registros fotográficos de Marina Klink. O evento de inauguração acontecerá na noite de 6 de novembro para convidados e será aberto ao público a partir do dia 7. “O olhar nômade de Marina Klink” apresenta ao público imagens produzidas na Antártica - destino frequente da fotógrafa, esposa do navegador Amyr Klink. Seus registros, captados ao longo de mais de uma década de viagens polares, estão disponíveis em agências de fotografias internacionais, galerias de arte e já foram publicados em importantes jornais, revistas e livros didáticos.

Marina possui um vasto acervo de imagens da natureza em destinos remotos da Terra. Essa foi a forma que a fotógrafa encontrou para compartilhar seu amor pela natureza, com enfoque em questões de conservação e sustentabilidade. “Por meio da fotografia encontrei uma forma de prolongar a experiência de cada expedição e trazer a público a urgência da nossa conscientização sobre nossa responsabilidade pela conservação da natureza. Para isso faço imagens de destinos singulares que pretendo espalhar para dentro da casa das pessoas que talvez não tenham a mesma disposição que eu para enfrentar as dificuldades do caminho para ir tão longe”, conta Marina.

A exposição “O Olhar Nômade”, segundo ela, reflete a singularidade nômade da Antártica. “Nada na Antártica é fixo, tudo é temporário. Os seres humanos, as instalações, os animais. Nada é definitivo. O olhar de quem vai também é temporário e inquieto, vaga e se deslumbra com o que vê. Nada pode ser mais nômade que uma viagem polar”, afirmou.

Marina é autora dos livros fotográficos “Antártica - A Última Fronteira” e “Olhar Nômade” ambos publicados pela Editora Brasileira e já esgotados. Recentemente lançou “Vamos dar a Volta ao Mundo”, livro infantil publicado pela Companhia das Letrinhas. Em outubro lança mais um novo livro de fotografias, “Contravento”, pela Editora Brasileira.

A exposição, promovida pela A.Yoshii em parceria com a Florense Água Verde, é gratuita e pode ser vista das 9 às 18 horas, inclusive aos finais de semana.

 

Serviço

Exposição - O Olhar Nômade de Marina Klink

Data: 7 de novembro a 30 de novembro

Horário: 9h às 18h

Local: Show room da A.Yoshii Engenharia - Rua Bispo Dom José, 2058 - Batel

Entrada gratuita

Sobre o Grupo A.Yoshii

A A.Yoshii Engenharia foi fundada em 1965 pelo engenheiro civil Atsushi Yoshii, em Apucarana (PR) e em 1969 transferiu sua sede para Londrina (PR). No início, cresceu executando obras pelo regime de empreitada global e, atualmente, desenvolve obras de grande porte, como usinas de açúcar e álcool e fábricas de papel e celulose.

No segmento de incorporação, com empreendimentos residenciais e comerciais construídos em importantes cidades do Paraná, a A.Yoshii se destaca pela qualidade e pontualidade na entrega. Em 2009, criou a Yticon, marca do Grupo focada no desenvolvimento de empreendimentos econômicos para quem procura seu primeiro imóvel.

Uma das características marcantes da empresa é atuar com equipe própria na execução de obras. Com isso, a A.Yoshii se diferencia pela qualidade dos projetos, respeito aos prazos e atendimento ao cliente. O resultado figura em premiações e rankings nacionais realizados por grandes veículos de comunicação como o jornal Valor Econômico, revista Você S/A, e rankings como o Great Place to Work e ITC – Inteligência Empresarial de Construção, além do Prêmio VivaReal.

Última atualização em Sex, 26 de Outubro de 2018 15:58
 

Cursos online para o ENEM

 7712 voluntarios se mobilizam na preparacao de transexuais para o enem
Preparação para o ENEM através de aplicativo (Foto: Google Imagens)

O número de estudantes que aderem o ensino à distância vem crescendo consideravelmente. As matrículas aumentaram 17,6% de 2016 para 2017 e o número de alunos chegou a quase 1,8 milhão no ano passado - o que equivale a 21,2% do total de matrículas para o ensino superior. Diante disso, os cursos preparatórios também passaram por mudanças e começaram a ser oferecidos no modelo a distância.

As plataformas de educação digital com foco nas disciplinas do ensino médio começaram a revolucionar o setor e grande maioria dos estudantes já usam a internet para assistir a videoaulas. O professor Paulo Jubilut, por exemplo, tinha sido demitido e cogitou até largar a profissão, mas resolveu disponibilizar algumas videoaulas na internet. Com um feedback bastante positivo, ele viu a oportunidade de crescer no mercado de educação à distância e fundou o Biologia Total, com diversos tipos de cursos para diferentes níveis de aprendizado e hoje, possui um conteúdo dedicado exclusivamente para o ENEM.

Outro exemplo é o Desenrolado, um portal de conteúdo online focado em preparar os alunos para testes e provas como o ENEM. Diante da dificuldade crescente de manter os alunos engajados em sala de aula, Igor Pelúcio e Simão Valle, hoje sócios, resolveram fundar o canal para oferecer aulões temáticos sobre português, matemática, geografia, história, biologia, física, química e redação.

Esses dois cursos são distribuídos pela Samba Tech, empresa líder na distribuição de vídeos na América Latina. "A gente acredita que o vídeo vai revolucionar todos os negócios e a educação é o principal deles. Hoje, esses dois canais contam com mais de 10 mil alunos e mais de um milhão de visualização", conta Pedro Fillizola, CMO da empresa.

O Qranio, plataforma mobile que usa gamificação para estimular seus usuários com conteúdos educacionais, oferece a Trilha do ENEM, um recurso que utiliza um método de espaço e repetição para aproveitar ao máximo o efeito de espaçamento e validam o que foi aprendido com testes que visam fortalecer o conhecimento, antes que o usuário venha a esquecer.

"Alguns estudantes afirmam terem encontrado perguntas na prova que já haviam respondido pelo app. A gente recompensa os usuários a cada resposta correta com moedas virtuais de conhecimento (os Qi$), que podem trocadas por prêmios reais na loja virtual do app", explica Samir Iásbeck, CEO e fundador do Qranio.

Última atualização em Ter, 23 de Outubro de 2018 13:53
 


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