Maior acervo de Frank Lloyd Wright do mundo está na Flórida

Chamada Cidade dos Cisnes, Lakeland é a maior do Condado de Polk, cercada por centenas de lagos naturais que fazem da paisagem bucólica um interessante roteiro alternativo para famílias na Flórida. E é na simpática cidade que está escondido um tesouro pouco conhecido dos turistas e amantes da arquitetura, mais especificamente na universidade da cidade, a Florida Southern College.

Além da casa onde viveu Frank Lloyd Wright, ainda decorada e aberta à visita do público, a Universidade reúne seu maior acervo do mundo. Ao total se somam 13 edifícios de sua autoria, um verdadeiro museu a céu aberto que é considerado Patrimônio Histórico Nacional dos Estados Unidos.

Entre os edifícios do campus está localizada a Fonte em Domo, construção central na concepção de Wright para representar a conceitual 'fonte do conhecimento'. Construída inicialmente em 1948, à época não havia tecnologia adequada para seu funcionamento, de forma que até a reforma de 2007 era apenas uma piscina aberta. Uma estrutura adequada permitiu a adaptação do original para a estética e funcionamento de domo pensado por Wright.

As duas capelas do campus possuem um design arrojado para a época, especialmente para um espaço religioso. Primeiro prédio terminado no campus, ainda em 1941, a capela Annie Pfeiffer é considerada paradigma do trabalho do arquiteto. Situada em um declive suave, tem uma estrutura fechada pelo lado de for, embora os blocos de concreto sejam perfurados e preenchidos com vidro colorido, admitindo a entrada de luz colorida e seus efeitos no interior da construção.

Já a pequena Willian H. Danforth Chapel reúne o único trabalho de vitral do arquiteto no campus e o último de sua carreira, além de manter o mobiliário original desenhado por Wright para a capela. É um passeio que os interessados na Arquitetura que estão visitando a Florida devem fazer, especialmente do estilo modernista, se tornando uma parada obrigatória para quem passa por Lakeland.

As alamedas que interligam os prédios do campus são passarelas que usam a concepção modernista de interconexão e geometria, formando um desenho de linhas retas entrecruzadas e padrões desenhados nas pilastras. Os buracos foram pensados para dar visão ao belo céu da Flórida.

Foi comemorado no último mês os 150 anos de nascimento do arquiteto e design norte americano, de estilo marcadamente modernista, com traços retos e o clássico concreto aparente. Ainda hoje sua visão arquitetônica é incomparável e considerada futurista, tendo sido reconhecido em 1991 pelo American Institute of Architects como o maior arquiteto americano de todos os tempos.

 

"Duas Rainhas" ganha primeiro trailer internacional

Traições e conspirações ganharão as telas do cinema com o drama "Duas Rainhas" (Mary Queen of Scots) que traz as indicadas ao Oscar Saoirse Ronan e Margot Robbie como Mary Stuart e Elizabeth I, respectivamente.

 

 

 

Com direção de Josie Rourke, "Duas Rainhas" explora a vida turbulenta de Mary Stuart. Rainha da França aos 16 anos e viúva aos 18, Mary luta contra a pressão de se casar novamente e, em vez disso, decide retornar ao seu país de origem para recuperar seu trono que está sob comando de Elizabeth I. Determinada, Mary afirma sua reinvindidação de governar a Inglaterra ameaçando a soberania de Elizabeth.            

Com roteiro de Beau Willimon, de "House of Cards", o drama é baseado no livro "Queen of Scots: The True Life of Mary Stuart", de John Guy. No elenco, além de Saoirse Ronan e Margot Robbie, estão Jack Lowden, Joe Alwyn, Gemma Chan, Martin Compston, Ismael Cordova, Brendan Coyle, Ian Hart, Adrian Lester, James McArdle, David Tennant e Guy Pearce. A estreia está prevista para fevereiro de 2019.

 

Mais de 300 mil brasileiros infartam por ano

As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no mundo. No Brasil, cerca de 300 mil pessoas sofrem infartos todos os anos, segundo o Ministério da Saúde, e em 30% dos casos a doença é fatal. Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até 2040 as mortes por doenças cardiovasculares devem aumentar em 250%. 

É comum associar problemas do coração com tontura, falta de ar e fortes dores no peito, mas nem sempre há manifestação de sintomas. Algumas doenças chegam de forma silenciosa e, quando descobertas, podem estar em estágio avançado. É o caso da obstrução arterial, caracterizada pelo acúmulo de gordura na parede das artérias, que impede a passagem e a chegada do sangue aos tecidos. O processo de obstrução é o que ocasiona o infarto, por exemplo.

O Sistema Único de Saúde (SUS) sinaliza quatro problemas mais recorrentes relacionados ao coração: infarto do miocárdio, doenças hipertensivas, insuficiência cardíaca e miocardiopatias. Pessoas que apresentam histórico familiar de doenças cardiovasculares devem ficar mais atentas. Além disso, diabetes, hipertensão e colesterol elevado também são fatores que aumentam as chances de desenvolver doenças cardíacas. A prática de atividades físicas combinada com alimentação saudável são essenciais para prevenir problemas futuros, além do acompanhamento médico regular.

Exames de sangue possibilitam a identificação de alterações nos níveis de colesterol, glicemia e tireoide, que estão ligados a fatores de risco para problemas no coração. Cada exame analisa um aspecto e, quando associados aos exames de imagem, se tornam completos. Mas, de acordo com o gerente geral do DB Molecular, Nelson Gaburo, os exames genéticos podem auxiliar em um diagnóstico mais preciso. "Já dispomos de testes moleculares direcionados para diversas condições cardiológicas, como a cardiomiopatia hipertrófica (CMH), doença que afeta um a cada 500 indivíduos da população em geral. Ela é a causa mais comum de morte súbita cardíaca em jovens atletas", comenta o gerente.

A doença é de transmissão autossômica dominante (HAD) e parentes de primeiro grau têm um risco de 50% de herdar o gene, segundo Gaburo. "Os exames moleculares fornecem informações precisas que direcionam o tratamento individualizado para cada paciente. A avaliação para os parentes em primeiro grau de indivíduos que tenham a doença torna tanto o tratamento medicamentoso quanto o cirúrgico mais rápidos e precisos, reduzindo significantemente a alta morbidade e mortalidade associadas à doença", explica Gaburo.

Sobre o DB Molecular

Localizado em São Paulo (SP), o laboratório pertence ao grupo Diagnósticos do Brasil, referência no mercado brasileiro por ser o único exclusivamente de apoio, assim como todas suas unidades de negócios. Especializado em exames nas áreas de infectologia molecular, genética humana, farmacogenética, histocompatibilidade imunogenética, doenças hereditárias e infecciosas, oncogenética, citogenética, medicina preventiva e personalizada, destaca-se no mercado pela inovação e alto índice de satisfação de clientes.

 

Exposição: Parto humanizado

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A mostra reúne 22 imagens produzidas pela fotógrafa Luciana Zenti na Maternidade Bairro Novo. O trabalho faz parte do projeto Parto Delas, que retrata o parto humanizado no SUS

 

 

É possível ter um parto humanizado no SUS?  Motivada por essa pergunta, a fotógrafa e jornalista Luciana Zenti mergulhou, durante seis meses, no dia a dia da Maternidade Bairro Novo, em Curitiba. A maternidade tem se dedicado nos últimos anos à humanização do parto e é hoje referência nacional. Com curiosidade de jornalista e olhar de fotógrafa, Luciana registrou o universo que existe lá dentro. Assim nasceu o Parto Delas, projeto fotográfico que retrata o parto humanizado no SUS.

 

“A ideia era fotografar mulheres que têm acesso ao parto humanizado na rede pública de saúde e que são invisíveis para grande parte da população”, conta. “As imagens têm o poder de tocar as pessoas e disseminar essa mensagem do parto com respeito. Acredito que o projeto faz uma importante contribuição social. Ajuda a inspirar outras maternidades para que esses bons exemplos sejam replicados e, de certa forma, são um instrumento para sensibilizar nossos governantes.”, explica. “As fotos são a porta de entrada para um rico debate. Estamos trazendo um olhar para os direitos fundamentais da mulher. E isso passa pela qualidade de atendimento ao parto que está sendo oferecido a essa massa de mulheres que é atendida todos os dias no SUS.”

 

O resultado desse trabalho pode ser visto a partir desta sexta-feira (05/10) na Maternidade Bairro Novo, em Curitiba. A exposição é permanente e aberta ao público. As imagens também podem ser vistas no site da fotógrafa (www.lucianazenti.com).

 

A semente voou

A primeira mostra do Parto Delas foi realizada em 2016, na Maternidade Bairro Novo. Em poucas semanas o trabalho ganhou repercussão nacional. Alguns meses depois, Luciana foi convidada a expor no Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS) em comemoração ao mês da mulher. De lá, a exposição não parou mais. Em apenas dois anos, cinco montagens foram feitas.

“Não tínhamos, na primeira mostra, a pretensão de fazer uma grande divulgação das imagens. Nas verdade, a ideia era trabalhar no projeto durante dois anos antes da primeira exposição. Mas, a pedido da gerência e da direção da maternidade, que receberia, no final de 2016, a visita de prossisionais que são referência mundial em atendimento ao parto, decidimos fazer uma pequena mostra”, conta.

 

Em poucas semanas o trabalho ganhou repercussão nacional, sendo tema de reportagens de vários veículos. Nas redes sociais, o vídeo de divulgação da mostra viralizou, tendo mais de 400 compartilhamentos orgânicos em uma semana. “O vídeo fazia a mesma pergunta que me motivou a fazer o projeto: seria possível ter um parto humanizado no SUS? O engajamento foi imediato.

 

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(Foto: Luciana Zenti)

 

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(Foto: Luciana Zenti)

 

 

Profissionais e, em sua maioria as mulheres, ficaram sensibilizadas com o tema. Diziam que sim, era possível, e passaram a compartilhar as imagens”, diz. “Nunca imaginei que o trabalho fosse despertar tanto interesse da população. Mas hoje entendo que essa era uma lacuna no ativismo do parto humanizado que precisava ser preenchida. É preciso que as pessoas saibam que há um SUS que dá certo e que por trás disso estão profissionais que estão promovendo uma mudança muito significativa nos padrões de atendimento obstétrico em nossos país”, destaca. “Percebi que não eram apenas as mulheres que têm seus filhos na rede pública que são invisíveis. Os profissionais também são. Muitas pessoas nunca ouviram falar em partos atendidos por enfermeiras e enfermeiros obstétricos, que é uma realidade não apenas na Maternidade Bairro Novo, nas nas redes públicas de saúde de países que são referência em parto humanizado”, diz.  “Agora é hora das imagens do Parto Delas voltarem para a sua casa, que é a Maternidade Bairro Novo. Desejo que cada pessoa que passar por ali seja inspirada a acreditar que, sim, é possível ter um parto humanizado no SUS”, finaliza.

 

Sobre Luciana Zenti

Fotógrafa, jornalista e doula. Em 2017, foi vencedora do concurso internacional de fotografia de parto Elevate

Image Competition, realizado nos Estados Unidos. Além do primeiro lugar na categoria Trabalho de Parto, recebeu uma distinção pela foto premiada. Em 2018, foi premiada no Outstanding Maternity Awards. No Brasil, participou de cinco exposições individuais e quatro coletivas. É idealizadora do projeto fotográfico Parto Delas, que retrata o parto humanizado no SUS. Faz parte do Portal Hora Dourada, uma rede nacional de fotógrafos de parto que tem o compromisso de disseminar informação de qualidade a respeito do parto humanizado.É também membro da Associação Internacional de Fotógrafos de Parto Profissionais (IAPBP). Desde 2017, integra o Nascer em Foco, único grupo de fotografas e videomakers especializadas em parto em Curitiba.

Serviço:

Exposição Parto Delas

Local: Maternidade Bairro Novo. Rua Jussara, 2234. Sítio Cercado. Curitiba (PR).

Quando: Exposição permanente. A partir de 05/10/2018 (sexta-feira)

 

Última atualização em Qui, 04 de Outubro de 2018 13:09
 

Cine Acontece: Um Pequeno Favor

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Anna Kendrick e Blake Lively em “Um Pequeno Favor” (Foto: Divulgação)

 

“Um Pequeno Favor” é um filme muito interessante, ele prende a atenção do espectador o tempo todo, e é cheio de reviravoltas. Acontecem situações que você não espera mesmo.

 

Baseado no livro homônimo da autora norte americana Darcey Bell, o filme narra a história de duas mulheres que se conhecem e se aproximam por conta dos filhos pequenos que estudam juntos.

 

Uma delas é Stephanie, viúva e mãe do pequeno Miles. Sua vida limita-se a cuidar do filho e a fazer um vlog, onde ela fala sobre sua rotina e ensina vários tipos de artesanato para outras mães.

 

Quando o filme começa ela está justamente falando de sua melhor amiga que desapareceu há dois dias.

 

A segunda delas é Emily (a que desaparece), casada e mãe do pequeno Nicky. O estilo de vida dela é exatamente o oposto de Stephanie.

 

Emily tem um importante cargo em uma empresa de moda, não se preocupa com a rotina da família, é temida pela maioria das pessoas e é uma mulher cheia de estilo e beleza.

 

E é no modo flashback que ficamos sabendo como elas se tornaram amigas e como Emily desapareceu.

 

É interessante perceber como Stephanie muda ao longo da trama, o seu modo de se comportar, de se vestir e de interagir com as pessoas.

Ela se tornará uma verdadeira detetive para tentar entender o que aconteceu com a amiga.

 

Só que ela não imagina quantas surpresas e descobertas fará ao longo da investigação.

 

O diretor Paul Feig entrega um filme de humor ácido, onde as verdades sobre cada personagem são expostas de maneira crua e desafiadora.

 

O longa tem uma estética bonita, com figurino assinado e conta com um ótimo elenco.

 

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As atrizes Anna Kendrick (Stephanie) e Blake Lively (Emily) estão ótimas no papel, entregando personagens ricas que alternam seus momentos de revelações e segredos.

 

“Um Pequeno Favor” é um filme surpreendente, você não vai adivinhar o que vai acontecer na próxima cena. Tudo nele é pensado para ludibriar o espectador.

 

Perfeito para quem gosta de um bom suspense, com toques de humor e muitas surpresas.

 

Título Original: A Simple Favor
Gênero: Suspense/Policial

Tempo de Duração: 1 hora e 57 minutos
Ano de Lançamento: 2018

Direção: Paul Feig

Elenco: Anna Kendrick, Blake Lively, Henry Golding, Andrews Rannells, Jean Smart, Bashir Salahuddin, Rupert Friend, Eric Johnson.

RITA VAZ

TUDO SOBRE FILME – www.tudosobrefilme.com.br

Última atualização em Qui, 04 de Outubro de 2018 11:24
 

Muita atenção Sintomas: Distrofia Muscular de Duchenne

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Distrofia Muscular de Duchenne doença atinge 1 a cada 3.500 crianças do sexo masculino no mundo, e o principal desafio é o diagnóstico precoce

A associação de doenças raras OBADIN lança campanha de conscientização que visa alertar profissionais de saúde e sociedade para reconhecer os principais sinais e sintomas da Distrofia Muscular de Duchenne - DMD, doença rara, genética, progressiva e sem cura.A mobilização em prol dos pacientes de Duchenne carrega a força do mês de setembro, que é marcado pela luta e conscientização da doença em todo território brasileiro.

De acordo com a OBADIN, 1 a cada 3.500 crianças do sexo masculino no mundo são afetadas pela síndrome de Duchenne. A doença é caracterizada pelo enfraquecimento dos músculos que progride com o tempo e leva a dificuldades motoras para caminhar, correr, pular, se levantar, e nos estágios mais avançados, dificuldades para respirar. No Brasil um dos grandes desafios é o diagnóstico precoce. Atualmente o paciente demora cerca de 5 a 7 anos para ter o diagnóstico correto a partir do surgimento dos primeiros sintomas.

“Hoje um dos grandes desafios quando falamos de doenças raras ainda é o diagnóstico precoce. Por isso, lançamos a campanha. Não vamos ficar atreladas apenas  ao mês da doença, pelo contrário, nosso objetivo é alertar profissionais de saúde, médicos e professores para os primeiros sintomas que aparecem na infância, como dificuldades motoras e atraso na aprendizagem. Quanto mais cedo o paciente for reconhecido com a Distrofia Muscular de Duchenne, mais chances terá de preservar as funções musculares por mais tempo”, ressalta Patrícia Krebs, presidente da associação OBADIN.

Mãe do jovem Vinicius Krebs Ferreira, 17 anos, diagnosticado com a Doença de Duchenne aos 4 anos de idade, Patrícia Krebs enxerga na campanha uma oportunidade de aumentar a expectativa de vida e melhorar o dia a dia de milhares de pacientes. “Levar essa conscientização para a população, que muitas vezes nunca deve ter ouvido falar da doença, é fundamental para o diagnóstico precoce. Só assim o médico poderá viabilizar os cuidados adequados às necessidades do paciente, incluindo os tratamentos e reabilitação, e promovendo o aumento da qualidade e expectativa  de vida da criança”, afirma Patrícia.

SINTOMAS DA DOENÇA E COMO DIAGNOSTICAR:

Os principais sinais começam a aparecer a partir dos 2 anos de idade, são eles: quedas frequentes, correr ou caminhar na ponta dos pés, dificuldade para acompanhar o ritmo durante atividades físicas e brincadeiras, aumento da panturrilha, dificuldade de aprendizado e comportamento, entre outros.

O enfraquecimento dos músculos é causado pela falta da proteína distrofina – que proporciona a estabilidade da membrana do músculo. A doença atinge na maior parte dos casos crianças, especialmente meninos. As meninas podem carregar a mutação que causa a doença, e algumas delas podem apresentar sintomas, porém geralmente mais leves que os meninos.

ACESSO AO TRATAMENTO:

Não há cura para a DMD, mas existem medicações que oferecem mais qualidade de vida ao paciente, prolongam a mobilidade e evitam a progressão rápida da doença. Porém, a dificuldade de acesso aos medicamentos é o que reduz a esperança desses pacientes. Hoje os medicamentos que estão  disponíveis, ainda não estão  aprovados pela ANVISA, apesar de já terem aprovação de agências de outros países e os pacientes só conseguem ter acesso através da judicialização, o que na maioria dos casos leva anos. O filho de Patrícia, presidente da associação OBADIN, por exemplo, possui um processo em tramitação na Justiça Federal desde o ano de 2015, sem nenhum êxito até o momento.

SOBRE A OBADIN:

A OBADIN (Organização Brasileira de Apoio às Pessoas com Doenças Neuromusculares e Raras) é uma entidade civil, de atuação nacional, sem fins lucrativos, constituída desde 2011 no Paraná por um grupo de mães, que após receberem os diagnósticos de doenças neuromusculares de seus filhos, ficaram indignadas pela falta de informação, atendimento e tratamento adequado para eles e resolveram ajudar outras mães que estivessem passando pela mesma situação. A OBADIN atua junto aos familiares e pacientes desde o pré e pós diagnóstico, auxiliando no acesso aos especialistas, tratamentos disponíveis e outras demandas que colaborem com a aumento da qualidade e expectativa de vida, não só dos pacientes, mas de seus familiares, pois todos padecem com o diagnóstico.

Última atualização em Sex, 05 de Outubro de 2018 11:16
 


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