Programação semanal do MON

Na terça-feira, 20/02, acontece o primeiro encontro do programa "Arte para Maiores" de 2018
foto Marcello Kawase Bienal de Curitiba 2017Foto - Marcello Kawase - Bienal de Curitiba
O Museu Oscar Niemeyer (MON) convida o público a participar da programação semanal. Haverá atividades de domingo a quarta-feira, dias 18, 20 e 21 de fevereiro. Vale ressaltar que em todas as quartas a entrada ao museu é gratuita.
No domingo e na quarta, 18/02 e 21/02, acontece a oficina "Pintura com materiais alternativos", das 11h às 17h, e haverá também visita mediada pela Bienal de Curitiba 2017, em dois horários: às 11h e às 15h. A programação é livre para o público de todas as idades e não é necessária inscrição prévia.
Arte para maiores
Na terça-feira, 20/02, haverá a primeira edição de 2018 do programa "Arte para Maiores", destinado ao público adulto, principalmente para quem tem mais de 60 anos. Este encontro tem como tema a exposição "Luz = Matéria" e acontece das 14h às 17h, com vagas para 40 participantes. 
A mostra apresenta uma seleção de cerca de 90 obras do acervo do museu, com nomes como Claudio Alvarez, Alfredo Andersen, José Bechara, Maureen Bisilliat, Martin Chambi, Flavio Damm, Theodoro de Bona, Alberto Guignard, Julio Le Parc, Abraham Palatnik, Vik Muniz, Daniel Senise, entre outros. 
A participação em todas as atividades é gratuita, tendo apenas o custo do ingresso do museu. A entrada ao MON custa R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada). Maiores de 60 e menores de 12 anos têm entrada franca. Nas quartas a entrada é sempre gratuita. A retirada de ingressos no museu pode ser feita até as 17h30, na bilheteria.
Serviço
Domingo no Museu Oscar Niemeyer
18 de fevereiro de 2018
R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)
Maiores de 60 e menores de 12 anos têm entrada gratuita
Venda de ingressos: até as 17h30
Permanência no museu: até as 18h
Programa "Arte para Maiores" 
20 de fevereiro de 2018, terça-feira
Horário: 14h às 17h, com 10 minutos de intervalo.
Chegar com 15 minutos de antecedência
Vagas: 40 participantes 
Quarta gratuita no Museu Oscar Niemeyer
21 de fevereiro de 2018
Entrada franca das 10h às 18h
Retirada dos ingressos até 17h30
Programação
Domingo, 18 de fevereiro
Oficina "Pintura com materiais alternativos", com a equipe do Educativo
Horário: 11h às 17h
Local: Sala de Oficina – subsolo
Mediação com a equipe do Educativo
Exposição: Bienal de Curitiba 2017
Horário: 11h e 15h
Local: salas 1, 2 e Olho
Terça-feira, 20 de fevereiro
Programa "Arte para Maiores"
Horário: 14h às 17h
Local: Sala 6 e Sala de Oficina - subsolo
Quarta-feira, 21 de fevereiro
Oficina "Pintura com materiais alternativos", com a equipe do Educativo
Horário: 11h às 17h
Local: Sala de Oficina – subsolo
Mediação com a equipe do Educativo
Exposição: Bienal de Curitiba 2017
Horário: 11h e 15h
Local: salas 1, 2 e Olho
Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999.
Visitação: Terça a domingo, das 10h às 18h
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Última atualização em Seg, 19 de Fevereiro de 2018 13:03
 

Inscrições para o 30º Troféu HQMIX

Como fazer para se inscrever e concorrer ao “Oscar dos quadrinhos”?

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Jaguar, com seu troféu Chopnics na escultura do artista plástico Olintho Tahara no último HQMIX, e o apresentador Serginho Groisman - Crédito: Benedito Nicolau

Artistas, editores e autores têm até 2 de março de 2018 para participar do 30º Troféu HQMIX. Este ano, o “Oscar dos quadrinhos” completa 30 anos e promete uma grande festa. As obras podem ser inscritas dentre mais de 40 categorias e depois serão julgadas por um júri formado por 10 especialistas e jornalistas da área de quadrinhos. Após esta primeira fase, serão selecionados 10 finalistas, em cada categoria, para o maior troféu de HQ da América Latina que será votado em segundo turno por mais de mil profissionais do setor.

O evento, que acontece todo ano desde que foi criado por Gualberto Costa e o cartunista JAL, no Programa TV MIX, da TV Gazeta, em 1988, tem como padrinho o apresentador Serginho Groisman.

O troféu será outorgado a obras cuja data de seu lançamento tenha sido entre o dia 1º de janeiro a 31 de dezembro do ano em votação (2017). O lançamento terá que ter acontecido em território brasileiro e/ou organizado por brasileiros, mesmo que no exterior, dentro do período do ano em questão.

O HQMIX também é o único que premia estudantes, que podem se inscrever com trabalhos de conclusão de curso, mestrado e doutorado apresentados durante o ano de 2017.

As inscrições podem ser feitas pelo site oficial do prêmio: http://hqmix.com.br/inscricao-de-obrasSerá cobrada uma taxa de R$ 15 por publicação inscrita.

Cada publicação poderá ser inscrita em até duas categorias com o pagamento de apenas uma taxa de inscrição. Exemplo: uma publicação de quadrinho de humor que também é de aventura poderá entrar em dois itens pelo mesmo pagamento de R$ 15.  Seus autores já poderão ser inscritos automaticamente nas categorias de desenhistas, coloristas e roteiristas, sem cobrança de taxa. O parâmetro será a inscrição de algum trabalho do autor, no ano, nas categorias de publicações.

No site, os participantes encontram mais informações de como realizar a inscrição e as regras que devem ser seguidas para cada categoria.

A forma de julgamento será divulgada após as inscrições, de acordo com o número de inscritos.  A primeira fase de seleção resultará na escolha de até 10 concorrentes por categoria do Troféu. Depois, haverá uma votação final em que os profissionais inscritos de todo o Brasil elegerão um finalista de cada categoria para receber o prêmio.

CATEGORIAS CONTEMPLADAS PELO TROFÉU HQMIX

Adaptação para os quadrinhos

Publicação composta por adaptação de obra anterior (literatura, cinema, teatro, etc.) através da transposição de linguagem, por exemplo, da verbal para a visual.

Arte-finalista nacional

Desenhista brasileiro que prepara e finaliza tecnicamente uma arte, dando os últimos retoques e realçando o traço do desenho.

Colorista nacional

Artista brasileiro que acrescenta cor à arte branco-e-preto.

Desenhista nacional

Desenhista brasileiro que trabalha em qualquer meio (lápis, tinta, pintura, colagem, etc.) para ilustrar suas histórias ou de outras pessoas.

Destaque internacional

Artista brasileiro que têm seus trabalhos publicados no exterior.

Edição especial estrangeira

Obra estrangeira em quadrinhos publicada em volume único.

Edição especial nacional

Obra nacional em quadrinhos publicada em volume único.

Editora do ano

Editora com maior destaque e relevância no ano anterior ao da realização da cerimônia de premiação.

Livro teórico

Publicação composta por pesquisas, ensaios, textos profissionais, acadêmicos ou científicos voltados para temas relacionados aos Quadrinhos.

Novo talento – desenhista

Desenhista brasileiro que se distingue pela qualidade do seu trabalho e alcança destaque no mercado de quadrinhos por seus primeiros trabalhos.

Novo talento – roteirista

Roteirista brasileiro que se distingue pela qualidade do seu trabalho e alcança destaque no mercado de quadrinhos por seus primeiros trabalhos.

Produção para outras linguagens

Obra baseada em quadrinhos que foi transformada em outras mídias, como adaptações para o cinema ou TV, documentários, peças teatrais, livros, etc.

Projeto editorial

Publicação de quadrinhos que tenha uma proposta editorial diferenciada ou especial.

Publicação de clássico

Obra de republicação de quadrinhos antigos.

Publicação de tira

Publicação de coletâneas de tiras originalmente publicadas em jornais, internet ou de material inédito.

Publicação independente de autor

Obra publicada pelos próprios autores, sem relação direta de editoras.

Publicação independente de grupo

Obra de coletâneas, antologias ou mixes, seguindo um tema ou não, publicada pelos próprios autores, sem relação direta de editoras.

Publicação independente edição única

Obra de um único número (one-shot), publicada pelos próprios autores, sem relação direta de editoras.

Publicação infantil

Publicação produzida e destinada para o público infantil.

Publicação juvenil

Publicação produzida e destinada para o público juvenil.

Publicação de aventura/terror/fantasia

Obra com temáticas de aventura, terror e fantasia. Tanto em um dos itens como combinando entre os três aqui declarados.

Publicação de humor

Obra com temática de humor

Publicação em minissérie

Obra publicada que se completa em mais de uma edição. Assim só poderá ser inscrita quando for publicada sua última publicação sequencial completando a história.

Publicação mix

Publicação de coletânea de vários autores em um mesmo volume, seguindo um tema ou não.

Roteirista nacional

Escritor que elabora ou adapta roteiro para os quadrinhos.

Web quadrinhos

Premiação para autor que produz material original de quadrinhos para a internet.

Web tira

Premiação para autor que produz material original de tiras para a internet.

Evento

Premiação para eventos, salões ou festivais, cuja temática seja ligada aos quadrinhos.

Exposição

Premiação para evento de exibição ou mostra pública de obras cuja temática seja ligada aos quadrinhos.

Tese de conclusão de curso

Trabalho acadêmico de avaliação final de graduação com tema na área dos quadrinhos, elaborada seguindo metodologia específica.

Dissertação de mestrado

Trabalho acadêmico resultado de pesquisa com tema na área dos quadrinhos, elaborada seguindo metodologia específica.

Tese de doutorado

Trabalho acadêmico resultado de pesquisa própria com tema na área dos quadrinhos, elaborada seguindo metodologia específica.

CATEGORIAS OUTORGADAS PELA COMISSÃO ORGANIZADORA

Mestre do quadrinho nacional

Premiação que honra os criadores nacionais ou radicados no Brasil por suas contribuições e que sejam importantes para o desenvolvimento dos quadrinhos brasileiro.

Homenagem especial

Premiação em reconhecimento e mostra de admiração ao trabalho realizado em prol dos quadrinhos no Brasil.

Grande contribuição

Premiação que reconhece personalidades, instituições, eventos, obras ou quaisquer atividades que tenham contribuído de forma importante ou relevante aos quadrinhos no Brasil.

Comissão Organizadora do 30º Troféu HQMIX

Gualberto Costa e José Alberto Lovetro (JAL) - presidentes

Benedito Nicolau, Cristina Merlo, Daniela Baptista, Edson Diogo, Nobu Chinen, San Hart, Silvio Alexandre, Sonia M. Bibe Luyten, Waldomiro Vergueiro, Thiago Souza e Will

Sobre o Troféu HQMIX

O Troféu HQMIX foi criado em 1988, pela dupla JAL e Gualberto Costa, no programa TV MIX, da TV Gazeta. O prêmio logo foi apadrinhado pelo então apresentador do programa, Serginho Groisman. A votação nacional é feita pela categoria dos desenhistas de HQs e Humor Gráfico, por meio da Associação dos Cartunistas do Brasil (ACB) e do Instituto Memorial das Artes Gráficas do Brasil (IMAG).

Última atualização em Qui, 15 de Fevereiro de 2018 15:39
 

Literatura | Dia da Amizade

Livro 'Meu amigo Flip' fala sobre amizade

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Quer uma história gostosa pra ler? Então siga o canto dos pássaros até o livro 'Meu amigo Flip'. Escrito por Elisabete da Cruz e ilustrado por Leka, ele fala sobre amizade, solidariedade e amor.

A autora aborda o assunto levando o leitor a descobrir esses sentimentos e a lidar com suas emoções.

"Nem tudo acontece do jeitinho que a gente quer... Mas, quer saber? Sinceramente, acho que cada momento é valioso e eterno em nossas vidas,  e o que mais importa é cultivar verdadeiros amigos, assim como meu amigo Flip". 

Temas disparadores: Perdas, superações, resolução de conflitos, educação socioemocional, amizade.

Gênero: Infantil, Infantojuvenil.

Sobre a Autora

Elisabete da Cruz é pedagoga, especializada em educação transdisciplinar e mais uma porção de cursos sobre o prazer de aprender. Hoje diretora da Eloin, empresa de projetos pedagógicos, carrega a educação pela experimentação como seu principal ingrediente.   

Em sala de aula, sempre buscou maneiras criativas de ensinar. Gostava de se fantasiar, provocar a curiosidade e aguçar o prazer do aprendizado nos alunos de forma lúdica e divertida.  

E ao tornar-se autora, procurou transmitir em suas histórias esta mesma essência do aprender brincando. 

Última atualização em Qua, 14 de Fevereiro de 2018 13:51
 

"Corra!"desconstrução do estereótipo

imagem release 1196202Cena do filme Corra!

*Por Daniel Bydlowski 

Lembro quando o filme Jogos Mortais estreou em 2004, dando arrepios no público do começo ao fim. Não somente este filme ofereceu aquilo que os amantes do gênero buscam, o medo, mas também terminou com um final surpreendente que muitos não esperavam. Saindo do cinema, era possível ouvir os espectadores dizendo que o longa merecia ser indicado ao Oscar.

Considerações sobre o sucesso ou a qualidade do filme à parte (a franquia de Jogos Mortais continua viva ainda hoje), se nem mesmo Psicose, que é um clássico do cinema de horror dirigido por Alfred Hitchcock, conseguiu a estatueta, fica difícil imaginar que Jogos Mortais teria qualquer chance. Isto porque o Oscar dava preferência não a filmes de horror ou comédia, mas sim ao drama, especialmente se o enredo também contasse com um tom histórico que levasse a plateia a tempos passados.

Mesmo com certas exceções, o gênero do horror parecia não ter chance... até hoje. Corra!, dirigido por Jordan Peele, já faz parte da previsão de quais filmes terão mais chance de concorrer, algo muito difícil de acontecer anos atrás. Mas, por que agora? Quais são as razões por trás destas mudanças?

Alguns críticos dizem que a presença de Corra! no Oscar é baseada em mudanças políticas, já que a trama central do filme é fundamentada em um afrodescendente seduzido e sequestrado por uma família maníaca que tem como objetivo algo não muito longe de uma ficção científica (para não dar nenhum spoiler).

Porém, a presença de gêneros antigamente ignorados pela academia vai muito além da política ou da própria constituição de seus jurados (que vem mudando nos últimos tempos) e vai até o próprio mercado cinematográfico.

imagem release 1196203Cena do filme Corra!

Mesmo antes da internet, o mercado de nicho já era mais do que conhecido por empresários e marqueteiros. Porém, com a internet e as mídias sociais, ficou não somente mais fácil de defini-los, mas como também impossível de ignorá-los. As mídias sociais focam a atenção no indivíduo e em seu grupo específico, sendo quase, senão o total, oposto da mídia tradicional, que era idealmente esquematizada para a população em geral.

O próprio cinema começa então a se fragmentar para dar atenção a grupos menores e específicos, especialmente quando serviços de streaming de vídeo fazem sucesso por conseguir personalizar os gostos pessoais de cada um de modo automático pelo logaritmo de seus sites. Até mesmo Chris Rock, apresentando o Oscar de 2016, usou esta fragmentação como comédia quando entrevistou afrodescendentes que nunca tinham ouvido falar dos filmes nomeados à premiação daquele ano. Porém, quando perguntava de Straight Outta Compton: A História do N.W.A., filme sobre afrodescendentes, os mesmos respondentes imediatamente reconheciam o título, embora este não tenha sido nomeado. Mesmo que esta entrevista tenha sido planejada como uma piada, ela aponta para esta fragmentação no gosto dos espectadores que vem acontecendo nos últimos tempos.

imagem release 1196205Diretor Jordan Peele

No ponto de vista do Oscar, qual a importância histórica de um filme que, embora feito para o público moderno de gostos fragmentados, agrada a população em geral e bate vários recordes de bilheteria?

É a habilidade de atrair interesses tão diferentes que faz com que seja natural falar de Corra! como um potencial participante do Oscar, mesmo quando os gêneros do horror, comédia e ficção cientifica (todos fazendo parte de Corra!) eram antes colocados em segundo lugar pelo drama.

 

- Sobre o cineasta 

Daniel Bydlowski é cineasta brasileiro e artista de realidade virtual com Masters of Fine Arts pela University of Southern California e doutorando na University of California, em Santa Barbara, nos Estados Unidos. É membro do Directors Guild of America. Trabalhou ao lado de grandes nomes da indústria cinematográfica como Mark Jonathan Harris e Marsha Kinder em projetos com temas sociais importantes. Seu filme NanoEden, primeiro longa em realidade virtual em 3D, estreia em breve.

Última atualização em Ter, 06 de Fevereiro de 2018 14:46
 

Biografia da rainha das pin-ups, Bettie Page

Um dos maiores símbolos sexuais americanos do século XX, a estrela viveu uma tragédia pouco conhecida, como mostra o jornalista Richard Foster, em livro da Editora Noir

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Seu nome de batismo era mesmo Bettie Page e talvez ela tenha sido a mulher mais desejada dos Estados Unidos nos últimos 100 anos. Mesmo que grandes estrelas como Greta Garbo, Lana Turner, Jane Mansfield e Marilyn Monroe tenham povoado o imaginário masculino – e feminino – nenhuma delas foi tão cobiçada quanto a rainha das pin-ups. Com seus espartilhos de couro e renda, cinta-ligas, sapatos de saltos altíssimos e chicotes, ela estava em franca desvantagem: diferente das outras musas, nunca estrelou um filme nas salas de cinema.

Foram apenas sete anos estampando cartões postais e páginas de revistas, já que em 1957, teve que se aposentar forçadamente para não ser presa após acusação de incitar a pornografia, embora tenha apenas mostrado suas pernas e seios nus. Praticamente esquecida entre anos de 1960 e 1970, o mito começou a ressurgir a partir da década de 1980 e teve sua consagração definitiva nos anos seguintes com a ajuda da internet, onde seu nome e imagem estão até hoje entre os mais buscados em todo o mundo, com centenas de páginas e milhões de seguidores.

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A biografia Bettie Page, do jornalista americano Richard Foster, que está sendo lançada no Brasil pela editora Noir, conta isso tudo e muito mais. Revela a trágica vida e a desconhecida trajetória de uma estrela singular que povoou o imaginário de gerações.

Abusada sexualmente pelo pai, com casamentos turbulentos e fracassados, Bettie se viu sozinha e sem perspectivas, chegando a tornar-se fanática religiosa. Esses rumos tortuosos a enlouqueceram a ponto de esfaquear três pessoas em surtos psicóticos fazendo com que ela ficasse cerca de 12 anos trancafiada em manicômios. Foster se tornou o primeiro repórter a contatá-la durante seu ostracismo, fato que o levou a escrever um livro poderoso sobre as entranhas da sexualidade na América, repressão, censura e preconceito.

Mas, nada disso impede o leitor de se apaixonar ainda mais por Bettie Page. O resultado é um relato fascinante, quase uma aventura policial, cheia de suspense e aventuras onde ela é, de fato, a heroína da história. Por isso, a Noir decidiu trazer para os fãs brasileiros de Bettie, essa reveladora história, até hoje inédita em português, sobre a mais importante pin-up da história.

Sobre o autor:

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Richard Foster

Richard Foster vive em Richmond, no estado da Virgínia, onde trabalha como editor-assistente da revista Style Weekly. Foi repórter dos jornais Richmond Times Dispatch e Roanoke Times. Enquanto estudava jornalismo na Virginia Commonwealth University, da School of Mass Communications, tornou-se o primeiro repórter a contatar a reclusa Bettie Page. Sua entrevista com ela foi publicada no fanzine The Betty Pages e lhe rendeu o prêmio Mark of Excellence, pela Sociedade dos Jornalistas Profissionais, em 1994. Outras celebridades que entrevistou vão do patriarca da Marvel Comics, Stan Lee, ao líder do Nine Inch Nails, Trent Reznor, e à cantora-compositora Tori Amos. Foster é casado e tem dois gatos.

Serviço:

Bettie Page

De Richard Foster

Editora Noir

ISBN:978-85-93675-09-6

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 280

Preço: R$ 54,90

Onde encontrar: pelo site www.editoranoir.com.br

Última atualização em Seg, 05 de Fevereiro de 2018 14:07
 

SOMA Galeria | Residências artísticas

Espaço que agrega galeria de arte e ateliê recebe propostas de artistas visuais para sua temporada de residências 2018

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A SOMA Galeria está com inscrições abertas para sua temporada de residências 2018, e começa a receber propostas dos interessados. A SOMA executa residências artísticas desde 2014, sendo um dos espaços precursores de deste programa em Curitiba.

A residência funciona como um núcleo, que agrega práticas, pensamentos e público. O artista permanece no local por um período, desenvolvendo seu trabalho em um ambiente bem estruturado e colaborativo, que propicia a pesquisa, o pensamento artístico contemporâneo e a troca de experiências, valorizando a criação e as possibilidades do fazer artístico. Ao fim da residência, o artista pesquisador apresenta uma exposição, resultante das investigações desenvolvidas na residência.

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Já passaram por esta experiência na SOMA Galeria nomes do Paraná e de outros estados brasileiros, como Eleonora Gomes, Nair Kremer, Eduardo Cardoso Amato, Maya Weishof, Marina Ramos, Gustavo S. Ferro, Inara Vidal, Rafael Vicente, Marina Barros e Leo Bardo.

Além disso, no final de 2017, três artistas da galeria foram selecionados para participar de um período de residência em Tel Aviv (Israel), Como parte de acordo entre a SOMA e Bamat Meizag. Formalizar essa ponte entre Brasil e Israel é um dos propósitos para os próximos anos.

 

Os artistas interessados em se tornar residentes devem encaminhar suas propostas para a SOMA Galeria por e-mail ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ). As inscrições serão avaliadas pela equipe de comissão de seleção, composta por Eduardo Cardoso Amato (artista visual, curador e diretor da SOMA) e Malu Meyer (galerista e diretora da SOMA). O investimento é de R$ 480 por mês (para utilizar o espaço de terça a sábado) ou R$ 200,00 por mês (para usar duas vezes por semana).

Serviço:

Inscrições para a temporada de residências artísticas 2018

Local: SOMA Galeria

Endereço: Rua Brigadeiro Franco, 2137, Centro (Curitiba, PR)

e-mail:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Site: www.somagaleria.com

Última atualização em Qui, 25 de Janeiro de 2018 16:33
 


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